Rio Branco, AC 5 de novembro de 2026 01:25
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“Que a justiça seja feita”, diz primo de médica assassinada a tiros em Brasiléia, Acre

Durante o velório de Elyne Nogueira, Júnior Assis lamentou a perda da prima, classificou o crime como brutal e cobrou rapidez nas investigações

A dor pela morte da médica Elyne de Assis Nogueira, de 39 anos, assassinada a tiros na noite de segunda-feira (2), em Brasiléia, no interior do Acre, marcou as despedidas de familiares e amigos durante o velório. Em meio à comoção, o primo da vítima, Júnior Assis, pediu justiça e a responsabilização dos envolvidos no crime.

Em entrevista ao radialista e jornalista Fernando Oliveira, Júnior relatou o sofrimento enfrentado pela família e destacou que a morte de Elyne deixou uma ausência irreparável entre parentes, amigos e colegas de profissão.

“É um momento muito difícil para nós, da família e amigos. A gente perdeu uma pessoa muito querida, abriu uma brecha na nossa família que jamais vai ser reparada com esse crime brutal que aconteceu com ela”, lamentou.

Família cobra justiça e punição dos responsáveis

Abalado com a violência do assassinato, Júnior demonstrou indignação e pediu que as autoridades esclareçam o caso o mais rápido possível.

“Ela foi assassinada brutalmente, e isso deixa todos nós abalados. Os familiares, os amigos, os amigos de trabalho, está todo mundo indignado com isso. A gente quer que a justiça seja feita o quanto antes”, afirmou.

Durante a entrevista, o primo também responsabilizou o ex-companheiro da médica por supostamente ter ordenado o assassinato. A possível participação dele no crime, assim como a hipótese de contratação de um executor, ainda é investigada pela Polícia Civil.

“A gente espera que seja resolvido o mais rápido possível, que a justiça seja feita e que ele cumpra a pena dele, para que a gente possa ficar de coração aliviado”, declarou.

Assassinato provoca comoção em Brasiléia

Elyne Nogueira foi morta enquanto estava com amigos na calçada de um estabelecimento comercial em Brasiléia. Segundo as informações sobre o caso, um homem usando capacete se aproximou da mesa e efetuou dois disparos contra a médica.

O crime provocou forte repercussão na cidade e manifestações de familiares, autoridades e entidades médicas, que exigem esclarecimentos e justiça.

A Polícia Civil continua investigando as circunstâncias do assassinato, a identidade do autor dos disparos e a possível participação de outras pessoas. Até o momento, não há conclusão definitiva sobre a responsabilidade criminal dos investigados.