Rio Branco, AC 20 de julho de 2026 08:38
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Largada

Na última sexta-feira, 17, o senador Sérgio Petecão (PSD) fez ato político para marcar sua caminhada rumo à reeleição ao Senado Federal. O ato teve local na Tenda Amarela, local contíguo à residência do parlamentar, aonde ele patrocina encontro políticos e contou com a presença do senador Alan Rick (Rep), candidato ao governo, da jornalista Mirla Miranda (Rep), candidata à deputada federal e o prestígio de prefeitos e candidatos proporcionais empenhados na campanha do social democrata.

Mensagem

Em seu discurso, o senador Alan Rick (Rep) defendeu a união das lideranças e afirmou que a participação popular será decisiva para construir um Acre melhor. “Com a força do povo, seguimos acreditando no Acre”, disse. Ao iniciar seu discurso, Alan afirmou que o Acre vive um momento decisivo e que é preciso enfrentar os problemas históricos do estado. “Nós temos a chance de mudar a história do Acre. Eu acho que nenhum de nós está satisfeito com o que está acontecendo. Quem ama esta terra sabe que o nosso povo merece muito mais”, sustentou.

Sintonia

Alan Rick destacou que percorre constantemente os municípios acreanos e que o contato direto com a população permite conhecer de perto as dificuldades enfrentadas pelas famílias. “A gente anda no meio do povo. Onde vou encontro o Petecão. A gente gosta das pessoas e sabe o que o povo sofre. O poder não subiu à nossa cabeça. Muitas vezes estamos longe da família, mas estamos servindo ao nosso povo”.

Desafios

Durante o pronunciamento, Alan também citou desafios enfrentados pelo estado, como denúncias de irregularidades envolvendo recursos da educação, problemas no transporte escolar e a situação de Sena Madureira após a queda da ponte. Em outro momento do discurso, recorreu a um dos versos do Hino Acreano para reforçar a disposição de enfrentar os desafios do estado. “Vamos lutar com a mesma energia, sem recuar, sem cair e sem temer.”

Decisão

Anfitrião do evento, Sérgio Petecão explicou como tomou a decisão de caminhar ao lado de Alan Rick, destacando a confiança construída a partir da atuação do parlamentar em favor do estado. “Decidi caminhar ao lado do Alan Rick porque confio no trabalho que ele tem realizado e no compromisso que demonstra com o Acre.”

Prestígio

O evento contou com a presença de prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, presidentes de partidos, pré-candidatos a deputado estadual e federal, representantes de movimentos comunitários, sindicatos, lideranças culturais e apoiadores de diversos municípios acreanos.

Convenção

A propósito do Senador Alan Rick, já circula nas redes sociais convite para a convenção referendada pelos partidos que sustentam sua candidatura rumo ao Palácio Rio Branco (Republicanos, PSD, Avante, Democracia Crista, Democrata e Novo).

Local e data

O encontro está confirmado para o dia 25 de julho de 2026, às 18h, no Ginásio do Sesc Bosque, localizado em Rio Branco. O evento, também, marcará o anuncio do nome escolhido para ocupar a vaga de vice-governador na chapa majoritária.

Repúdio

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Acre (Sinjac) e a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), lançaram “Nota de Repúdio” manifestando veemente repúdio às graves denúncias tornadas públicas na sexta-feira, 17 de julho, durante o programa Jornal da Manhã, da Rádio Integração, emissora sediada em Cruzeiro do Sul. Na ocasião, os jornalistas Rogério Wenceslau e Chico Melo relataram ter sido alvos de supostas ameaças de prisão, que seriam atribuídas a integrantes do alto escalão do Governo do Estado do Acre.

Liberdade sob perigo

No juízo do Sinjac, caso os fatos relatados sejam confirmados, trata-se de um episódio de extrema gravidade e de um inaceitável atentado à liberdade de imprensa, ao livre exercício do jornalismo e às garantias constitucionais asseguradas aos profissionais da comunicação.

Alerta

Em sua manifestação o Sinjac alerta que em “um Estado Democrático de Direito, jornalistas não podem ser intimidados, coagidos ou ameaçados em razão do trabalho que desempenham. O exercício da atividade jornalística não pode ser tratado como crime. Tampouco agentes públicos ou pessoas investidas de poder podem utilizar o aparato estatal — ou insinuar a sua utilização — como instrumento de intimidação contra profissionais da imprensa”.

Preocupação

Alude, ainda, que vê com ”profunda preocupação a denúncia de que alguém teria afirmado ser “dono da Polícia Civil” ou possuir poder para determinar a prisão de jornalistas. A Polícia Civil é uma instituição pública permanente, submetida à Constituição Federal e aos princípios da legalidade, da impessoalidade, da moralidade e do interesse público, jamais a interesses pessoais, políticos ou particulares de quem quer que seja”, rememora.

Vigilância

O Sinjac e a FENAJ reafirmam que qualquer tentativa de constranger jornalistas por meio de ameaças, perseguições, intimidações ou uso indevido de instituições públicas representa uma afronta direta à democracia, à liberdade de imprensa e ao direito da sociedade de ser devidamente informada. Diante da gravidade das declarações, o Sinjac e a FENAJ cobram a rigorosa apuração dos fatos pelas autoridades competentes. Caso as denúncias sejam confirmadas, os responsáveis deverão ser identificados e responsabilizados na forma da lei, assegurando-se o devido processo legal.

Jogo democrático

As entidades também manifestam irrestrita solidariedade aos jornalistas Rogério Wenceslau e Chico Melo e reafirmam que permanecerão vigilantes na defesa da liberdade de imprensa, da integridade física e moral dos profissionais da comunicação e do pleno exercício do jornalismo no Acre e em todo o território nacional. Por fim, lembra que “Não haverá democracia plena enquanto jornalistas forem ameaçados pelo simples fato de informar. Tentar silenciar a imprensa é atacar o direito de toda a sociedade à informação”.

Balaio

Entrevistado no telejornal ‘Veja em Foco’, jornal televisivo ligado à revista Veja, há duas semanas, Valdemar Costa Neto disse que todos os presidentes de partidos tinham cotas clandestinas de emendas no orçamento secreto.

Investigação

O cacique do PL é investigado no STF por supostamente operar emendas parlamentares mesmo sem ter mandato para isso. O ministro do Supremo Flávio Dino mandou bloquear recursos de Costa Neto depois de a Polícia Federal ter encontrado mensagens de servidores da Câmara indicando a destinação de emendas a partir de orientações de Costa Neto, o que é crime, na avaliação dos investigadores.

Recuo

Na sexta-feira, Costa Neto deu nova entrevista, desta vez ao programa Os Três Poderes, ligado a mesma revista, e mudou de versão. Ele negou que tenha cota de emendas, mas o recuo soou tardio.

Bondades

Embalado por um pacote de bondades estimado em 200 bilhões de reais, o presidente Lula conseguiu melhorar a imagem de sua gestão e abrir vantagem na disputa presidencial, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada na última quarta-feira 15.

Fotografia

De acordo com o levantamento, a aprovação ao governo superou a desaprovação pela primeira vez desde dezembro de 2024: 48% a 47%. O petista também ampliou a diferença sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) nas simulações de primeiro e segundo turnos da próxima corrida ao Palácio do Planalto. Num eventual embate direto, a diferença entre eles passou de seis para oito pontos entre junho e julho.

Anabolizante

Para impulsionar a sua candidatura, Lula estuda adotar uma série de medidas destinadas a proteger os beneficiários de planos de saúde — cerca de 53 milhões de pessoas, conforme dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Barreira

Uma das ideias é dificultar a rescisão unilateral de contratos, que tem rendido dor de cabeça a beneficiários e disputas judiciais. Outra é consolidar mecanismos que permitam a ANS proteger um número cada vez maior de segurados de reajustes exorbitantes de mensalidades. Ainda não está definido como isso será feito.

Pauta positiva

Depois de apelar à gastança, o presidente pretende explorar assuntos de apelo popular que não custem recursos aos cofres da União. Além da questão dos planos de saúde, ele deve intensificar a reação ao novo tarifaço às exportações brasileiras anunciado pelo governo de Donald Trump.

Soberania

Serão retomadas a bandeira da defesa da soberania, que ajudou o petista a recuperar popularidade, e a tentativa de responsabilizar a família Bolsonaro pela ofensiva americana contra a economia. Os motes “traidores da pátria” e “tariflávio” voltaram a ser explorados por governistas e aliados nas redes sociais.

Ofensiva

O presidente também quer manter a ofensiva retórica contra as bets, que foram regulamentadas no governo dele, que priorizou o potencial de arrecadação e negligenciou problemas relacionados à atividade como o vício e o endividamento dos apostadores. Lula quer contornar o pecado original por meio, por exemplo, de restrições à propaganda de apostas esportivas, como foi recentemente

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