Rio Branco, AC 13 de maio de 2026 04:26
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Largada

A governadora Mailza Asssis (PP), ao lado do ex-governador Gladson Cameli (PP), reuniu na data de ontem, segunda-feira, 11, assessores e agentes políticos de partidos coligados para apresentar a equipe que ficará responsável pela coordenação política e estratégica de sua pré-campanha de reeleição rumo ao Palácio Rio Branco.

Linha de Frente

Aberson Carvalho, ex-secretário de Educação; Jonathan Donadoni, chefe de gabinete civil e Madson Cameli, marido da governadora, ficarão responsáveis por tomar as iniciativas da campanha e servir de elo de ligação com deputados e candidatos dos partidos aliados.

Suporte

Também foram definidos os responsáveis pelas demais áreas estratégicas. Na coordenação partidária, atuarão Lívio Veras e Nazaré Sousa; na coordenação jurídica, Christofer Mariano e Mayara Lima; na coordenação logística, Ítalo Medeiros; na coordenação contábil, Paulinho; e na coordenação financeira, Jonathan Donadoni.

Logística

A estrutura contará ainda com Nayara Lessa e Silvânia Pinheiro na coordenação de marketing; Correinha, coronel Messias e Mikaline Borges na coordenação de agendas; Achaad, Lidiane Cabral e Eliene Assis na coordenação de mobilização e militância; além de uma coordenação política formada por Luiz Calixto, Reginaldo Bestene, Aberson Carvalho, Madson Cameli, Jonathan Donadoni, Correinha, coronel Messias, Tadeu Braga, Evilândio Achaad, Marieldo e Themylis Silva.

Plano de governo

O candidato dos Republicanos ao governo do Acre, senador Alan Rick, realizou na manhã de ontem, segunda-feira, 11, o lançamento oficial da plataforma digital “Fala, Acre! – ouvindo você, construindo o Acre da gente”, ferramenta criada para ampliar a participação popular na elaboração do plano de governo que será apresentado durante as eleições de 2026. O evento ocorreu no auditório da Fecomércio Acre, e reuniu lideranças políticas, representantes de entidades, setores produtivos, imprensa e convidados.

Conexão

Pelo modelo de coleta de propostas idealizado, a meta é permitir que qualquer cidadão possa contribuir com ideias, sugestões e demandas por meio de um formulário digital acessado por QR Code. Segundo Alan Rick a iniciativa complementa uma série de escutas presenciais que serão realizadas nos 22 municípios acreanos entre os meses de maio e julho.

Auscultando

“Vamos fazer eventos nos 22 municípios. A população terá acesso, qualquer pessoa, abrindo ali o QR Code, vai ter acesso a esse formulário e colocar as suas ideias, seus propósitos, as demandas. Porque ouvindo a população, ouvindo esse anseio da sociedade, é que nós vamos elaborar um plano de governo que realmente atenda e responda às necessidades do nosso povo”, afirmou.

Conexão

Além da plataforma digital, o pré-candidato informou que pretende intensificar reuniões em bairros, comunidades rurais e encontros com diversos segmentos sociais, como mulheres, juventude, lideranças comunitárias, produtores rurais e representantes das áreas de segurança, saúde e educação. “Estamos construindo um plano de governo participativo e popular. Essa escuta digital vai fortalecer muito esse trabalho que já vem sendo feito nos municípios e nas comunidades”, destacou.

Movimentação

O Supremo Tribunal Federal promete uma semana agitada. Para além das cerimônias e festividades de praxe por conta da mudança na presidência do TSE, os ministros estão agora sob intensa pressão do Legislativo pela discussão sobre as mudanças na dosimetria das penas aplicadas aos golpistas de 8 de janeiro, aprovadas pelo Senado na semana passada e suspensas pelo ministro Alexandre de Moraes.

Pauta

O presidente do STF, ministro Edson Fachin, deve se reunir nos próximos dias com parlamentares para discutir a questão. Segundo interlocutores, Fachin aguarda que Moraes libere o caso para julgamento antes de pautar as ações no plenário, mas sinalizou que a análise não deve demorar após a conclusão da fase inicial do processo. A suspensão determinada por Moraes atingiu, por ora, apenas execuções penais relacionadas aos condenados pelos atos de 8 de janeiro.

Relatoria

Em paralelo, o ministro do STF Kassio Nunes Marques foi sorteado como relator do pedido de revisão criminal apresentado pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro para tentar anular a condenação de 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado.

Pleitos

A ação, protocolada na última sexta-feira, 8, pede a absolvição de Bolsonaro e sustenta que o julgamento conduzido pela Primeira Turma do Supremo teria apresentado irregularidades. Segundo a defesa, a revisão criminal não está relacionada à nova Lei da Dosimetria aprovada pelo Congresso, mas busca corrigir supostas violações legais no processo já transitado em julgado.

Frente

Caso o pedido de anulação não vingue, os advogados de Jair Bolsonaro já preparam o pedido de redução da pena, conta Mônica Bergamo, apostando que o Supremo vai manter a decisão do Congresso sobre a dosimetria.

Deres de cabeça

Enquanto a defesa esgrima em busca de benefícios para o ex-presidente Jair Bolsonaro, a Procuradoria-Geral da República pediu ao STF a condenação do ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho de Jair, por coação no curso do processo que condenou seu pai por tentativa de golpe de Estado.

Ação nefasta

Para a PGR, Eduardo fez campanha junto ao governo dos Estados Unidos para impor sanções e tarifas comerciais ao Brasil e a autoridades do Judiciário como represália ao julgamento. Alexandre de Moraes, relator do caso, deu prazo de 15 dias para que a defesa se manifeste.

Posse

Nunes Marques, aliás, está focado na cerimônia de hoje em que será empossado como presidente do Tribunal Superior Eleitoral. O ministro distribuiu convites a toda a República e chegou a convidar até mesmo ex-presidentes que, nesse momento, cumprem pena, como Jair Bolsonaro e Fernando Collor, ambos em prisão domiciliar após condenações no Supremo.

Rito

Questionado sobre a presença dos ex-presidentes que ora cumprem prisão domiciliar, o TSE argumentou que os convites seguiram o protocolo tradicional da Corte, com o envio a todos os ex-presidentes vivos e aos integrantes do Congresso Nacional. A eventual presença de Bolsonaro e Collor dependerá de autorização do STF

Foco

O ex-ministro Ciro Gomes não disputará a Presidência da República em 2026 pelo PSDB e será candidato ao governo do Ceará pela sigla. Ciro telefonou para o presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, para agradecer o convite feito pelo partido, mas afirmou que seu projeto político neste ano será a disputa estadual.

Projeto

A previsão do cearense é que sua pré-candidatura seja lançada oficialmente no próximo sábado, 16. Na conversa, Ciro também sinalizou que pretende ajudar os tucanos na definição do palanque presidencial do partido. A expectativa é de que ele participe de reuniões com dirigentes do PSDB nas próximas semanas para discutir os rumos da legenda na eleição nacional.

Agenda

Em busca de agendas positivas para tempos eleitorais, o governo federal lança hoje o programa Brasil Contra o Crime Organizado, pacote de medidas voltado ao combate às facções criminosas e ao fortalecimento da segurança pública. A iniciativa será apresentada no Palácio do Planalto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Financiamento

O plano prevê cerca de R$ 11 bilhões em recursos, sendo R$ 1 bilhão do Orçamento federal deste ano e outros R$ 10 bilhões em financiamentos do BNDES para estados que aderirem ao programa. A proposta terá quatro eixos principais: combate ao tráfico de armas, asfixia financeira do crime organizado, aumento da taxa de esclarecimento de homicídios e reforço da segurança no sistema prisional.

Entra e sai

O senador Ciro Nogueira (PP-PI) trocou sua defesa no caso do Banco Master e passou a ser representado pelo advogado Conrado Gontijo, após romper com a banca Almeida Castro, Castro e Turbay Advogados, do criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro.

Pano de fundo

A mudança ocorre quatro dias depois de o parlamentar ter sido alvo de buscas da Polícia Federal na nova fase da Operação Compliance Zero, autorizada pelo ministro do STF André Mendonça. Segundo a jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo, aliados do senador avaliam que a “advocacia ostensiva” de Kakay pode prejudicar o acusado, que não tem bons canais com o STF e a PF. Apesar da troca, a nova defesa segue próxima ao mesmo grupo jurídico. Conrado Gontijo é afilhado de Kakay e mantém relação próxima com o criminalista. (Globo)

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