O presidente da FIEAC, empresário e deputado federal Zé Adriano (PP), participou na data de ontem, 22, da apresentação do estudo da Matriz Insumo-Produto (MIP), acompanhado do secretário da SEICT, Márcio Agiolfi; do presidente do Fórum Empresarial, Assuero Veronez; do pesquisador da Embrapa, Dr. Judson Valentim; dos professores Dr. Rubicleis da Silva, da FUNDAPE, e Dr. Carlos Estevão, da UFAC; e da coordenadora do Fórum Empresarial, Tíssia Veloso.
Dispositivo
A Matriz Insumo-Produto é uma ferramenta que mostra como os diferentes setores da economia se relacionam e dependem uns dos outros, permitindo compreender como os investimentos e as atividades de um setor impactam a produção, o emprego e a renda em toda a economia.
Prospecção
Por meio dessa análise, é possível identificar oportunidades, avaliar os efeitos de investimentos e políticas públicas e orientar decisões estratégicas para fortalecer as cadeias produtivas e impulsionar o desenvolvimento econômico do Acre.

Termômetro
Há uma pesquisa de intenção de voto do instituto ATLASINTEL TECNOLOGIA DE DADOS LTDA programada para ser divulgada amanhã, sábado, 24, registrada sob o número AC-05379/2026. O site do TSE aponta que o levantamento é uma iniciativa própria do Instituto. O segundo turno das eleições para o governo do Acre entre Mailza Assis (PP) e Alan Rick (Republicanos) ocorre no próximo domingo, 25 de outubro.

Reta final
As campanhas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL) reagiram à pesquisa Datafolha, em que os candidatos aparecem rigorosamente empatados em votos válidos, com duas apostas claras.
Apostas
Na campanha de Lula, a confiança está num “clima de virada”, como definiu o ministro José Guimarães, das Relações Institucionais. Na de Flávio, um aliado do senador aponta a força da direita e do antipetismo de chegada, que as pesquisas costumam não captar, além da resiliência do candidato diante da campanha negativa promovida pelo PT.
Cabeça a cabeça
A três dias da votação, segundo o Datafolha, os dois candidatos aparecem com 50% dos votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos e são utilizados pela Justiça Eleitoral para definir o resultado das eleições. Nas intenções totais de voto, Flávio registra 47%, contra 46% de Lula, diferença dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.
Comparação
Em relação ao levantamento anterior, realizado em 15 de outubro, Flávio permaneceu com 47%, enquanto Lula oscilou de 45% para 46%. A pesquisa mostra ainda que 94% dos eleitores afirmam estar totalmente decididos sobre o voto, enquanto 6% admitem a possibilidade de mudar de candidato. Brancos e nulos somam 5%, e os indecisos representam 2%. O levantamento ouviu 2.154 eleitores entre 20 e 22 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
Rejeição
Lula e Flávio Bolsonaro terminam a campanha presidencial com índices praticamente idênticos de rejeição. Considerando também os eleitores que rejeitam ambos os candidatos, 48% dizem que não votariam em Lula e o mesmo percentual rejeita Flávio. Quando questionados individualmente sobre cada candidato, 46% dos entrevistados afirmam que não votariam de jeito nenhum em Flávio, enquanto 45% dizem o mesmo sobre Lula.
Histórico
Há duas semanas, os índices eram de 46% e 43%, respectivamente. O levantamento reforça o cenário de polarização e equilíbrio na disputa presidencial. A rejeição elevada dos dois candidatos ocorre em meio à intensificação dos ataques mútuos na propaganda eleitoral e nos debates.
Redução
A avaliação negativa do governo do presidente Lula caiu de 41% para 39% na última semana, segundo a pesquisa Datafolha, a três dias do segundo turno da eleição presidencial. Já a parcela dos eleitores que consideram a gestão ótima ou boa passou de 35% para 36%. Os dois índices estão tecnicamente empatados, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais.
Mais ou menos
Outros 24% classificam o governo como regular, ante 23% na pesquisa anterior. A aprovação pessoal de Lula também oscilou positivamente, de 48% para 49%, enquanto a desaprovação recuou de 50% para 48%. Os dois indicadores estão empatados dentro da margem de erro. Os números mostram uma melhora na avaliação do governo na reta final da campanha.
Cartada final
Com o empate, os dois lados veem no debate da Globo, que acontece hoje à noite, uma chance de abrir alguma vantagem. Por isso, as equipes de Lula e Flávio estão trabalhando para evitar um debate no mesmo tom do realizado no último domingo na Band. O time do presidente insiste que ele deve falar mais sobre a agenda de cortes de gastos defendida pela campanha de Flávio e do risco de aumento do armamento da população se o adversário se eleger.
Revisão
Os assessores de Flávio propõem uma estratégia com “mais propostas e menos Marçal”, em referência à influência de Pablo Marçal no primeiro debate, e acreditam que Flávio precisa abordar mais a vida real da população.

Regras
A TV Globo estabeleceu novas regras de movimentação para o debate. Nos três primeiros blocos, o candidato que não estiver com a palavra deverá permanecer em seu púlpito, sem circular pelo estúdio. A medida busca evitar a repetição de episódios registrados no debate da Band, no último domingo, quando Flávio se aproximou de Lula enquanto o presidente falava. O confronto terá quatro blocos, além das considerações finais.

O retorno
Uma reportagem do ICL Notícias apontou que o general da reserva Augusto Heleno estaria envolvido em articulações sobre a cúpula das Forças Armadas para um eventual governo de Flávio Bolsonaro PL), citando o comandante da FAB, tenente-brigadeiro Marcelo Kanitz Damasceno, como interlocutor, mas os citados negaram as acusações.
Confabulações
Segundo o ICL Notícias, o general Augusto Heleno — que cumpre prisão domiciliar determinado pelo STF — teria participado de uma reunião no dia 20 de outubro de 2026 com membros da cúpula militar para discutir nomes dos comandos das Forças Armadas, a indicação de Marcos Degaut para o Ministério da Defesa, a escolha de Alexandre Ramagem para a Polícia Federal e a articulação de uma anistia para condenados por tentativa de golpe.
Participe
A reportagem apontou que o tenente-brigadeiro Marcelo Kanitz Damasceno (nomeado por Lula em 2023 mas com histórico na cúpula do governo Bolsonaro) estaria entre os envolvidos na articulação.
Negativa
A FAB emitiu uma nota oficial desmentindo a participação de Damasceno em qualquer reunião com Augusto Heleno. O texto informou que, na data citada, o comandante ministrava uma palestra na Universidade da Força Aérea (UNIFA), no Rio de Janeiro, retornando a Brasília no dia seguinte para uma sessão solene no Congresso Nacional.
Heresia
A defesa de Augusto Heleno classificou a reportagem como falsa e afirmou que ele cumpre rigorosamente a prisão domiciliar determinada pelo Supremo Tribunal Federal, sem contato com pessoas não autorizadas pela Justiça.


