Rio Branco, AC 5 de fevereiro de 2026 17:38
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Sob aplausos e cercado por autoridades e amigos, Valmir Ribeiro encerra carreira no TCE-AC após mais de 36 anos

O Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) se despediu, nesta quinta-feira (5), de um de seus fundadores. A sessão solene anunciou o fim de uma era com a aposentadoria do conselheiro Valmir Ribeiro, decano da instituição, que deixa o cargo após quase quatro décadas de atuação.

Ribeiro, que atualmente é o conselheiro mais antigo dentre todos do país, recebeu homenagens de amigos, familiares, autoridades, além de servidores e membros do TCE-AC e Ministério Público de Contas.

“Obrigada, querido amigo Valmir, por tudo que fez em favor de um controle externo forte, independente, moral e eticamente sustentável. Em meu nome, assim como do Tribunal de Contas do Estado do Acre e de todos os demais colegas que integram a Casa de Contas acreana, expresso a gratidão pelo seu trabalho no campo do controle externo. Siga iluminando o nosso Acre. E neste momento em que você se ressignifica para, no dizer do poeta amazônico Thiago de Mello, iniciar uma nova forma de caminhar, valho-me do poema Senhor, de Jamil Snege, para desejar-lhe muitas felicidades em seu novo marejar: Já inspecionei a proa, amarrei a carga, desatei a vela. O vento sopra forte e enfuna meu coração de alegria. Agora e contigo, Senhor. Toma o leme e risca o rumo do meu barco – não penses que irei por esse mar sozinho”, destacou a presidente do Tribunal, conselheira Dulce Benício.

Além da presidente, a mesa de honra foi composta pelo vice-presidente do TCE, conselheiro Ronald Polanco, o corregedor, conselheiro Ribamar Trindade, a diretora geral da Escola de Contas, conselheira Naluh Gouveia, os conselheiros Antônio Malheiro, Cristovão Messias, a conselheira-substituta Maria de Jesus e o procurador-geral do Ministério Público de Contas, Sérgio Cunha Mendonça. Já representando os servidores do TCE estava o presidente da Astcon, Renato Bandeira.

A procuradora-geral do Estado do Acre, Janete Melo D’albuquerque Lima de Melo participou representando o Poder Executivo, já o 3º vice-presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Ribeiro representou o Parlamento. O Sistema de Justiça foi representado pelo presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Laudivon Nogueira; o procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Estado do Acre, Oswaldo D’albuquerque Lima Neto; e defensora pública-geral da Defensoria Pública do Acre, Juliana Marques Cordeiro.

Homenagens

As homenagens ao conselheiro começaram com a banda Acórdãos, formada por servidores do TCE-AC, que executou números musicais, em seguida a servidora Edineide Melo leu um poema autoral feito especialmente para o decano.

Um vídeo produzido pela Coordenadoria de Comunicação do órgão também foi exibido com depoimentos de amigos de infância, familiares e colegas de carreira. O trabalho mostrou um pouco da trajetória do conselheiro desde a juventude em Brasiléia, sua cidade natal, a vida em família e o trabalho no TCE-AC.

O conselheiro pôde ainda ouvir discursos emocionados das autoridades presentes, entre elas, seu filho, o deputado estadual Eduardo Ribeiro.

“Muito mais importante do que a entrada num órgão público é como você sai e essa cerimônia mostra isso. Me sinto muito honrado por ser seu filho, por saber o que o senhor fez, a pessoa que você é. Eu carrego no sangue o seu nome, mas no coração o seu exemplo”, disse.

O procurador-geral do Ministério Público de Contas, Sérgio Cunha também aproveitou a oportunidade para destacar o legado do conselheiro.

“Valmir é um homem de fino trato, uma pessoa que dedicou a vida inteira ao serviço público. Eu diria que sua importância para o Tribunal de Contas vem desde quando era deputado na Assembleia Legislativa, participo de uma maneira muito ativa de todo o arcabouço que permitiu a instalação do Tribunal e a sua vinda para cá foi muito enriquecedora porque nessa sua forma de conduzir a vida e o trabalho sempre com muita elegância e muita calma que é preciso em um colegiado para que as coisas possam funcionar bem.”, enfatizou.

Ao final da sessão, o conselheiro agradeceu a todo o apoio recebido ao longo dos quase 60 anos de trabalho no serviço público, ele ainda relembrou que atuou junto do, então, deputado Edmundo Pinto para articular a criação da Casa de Contas mesmo que não imaginasse na época integrar seus quadros.

“Foi um momento ímpar para mim, tive notícias que muita gente chorou, mas eu também chorei. Quem que não chora? Eu fiquei muito feliz, muito feliz. Eu tenho muito a agradecer, em primeiro lugar, a Deus por ter me conduzido até hoje aqui com dignidade. Se não fosse assim, esta sociedade não estava ao meu lado, sorrindo, abraçando, aplaudindo. Então, eu só tenho a dizer que eu sou feliz. Eu acho que se você quer ser feliz, você faça com os outros, o você gostaria que os outros fizessem com você. Este é o meu lema. Só tenho a agradecer a Deus, agradecer a todos, quem que estiveram presente hoje. Então, obrigado”, finalizou.

Com ingresso no Tribunal em 27 de setembro de 1989, Valmir Gomes Ribeiro dedicou mais de 36 anos à instituição. Ao longo de sua carreira, exerceu diversas funções de liderança, incluindo os cargos de presidente, vice-presidente, corregedor e presidente da 2ª Câmara do Tribunal.

Entre suas contribuições institucionais, destacam-se a presidência da implantação do Plano Diretor de Informática (PDI), a criação do Memorial Histórico do Tribunal de Contas do Estado do Acre e o recebimento da comenda Colar da Corte de Contas do Estado do Acre, concedida em reconhecimento aos relevantes serviços prestados.

Uma vida dedicada a servir

Valmir Gomes Ribeiro construiu uma trajetória marcada pelo compromisso com o serviço público, pela dedicação ao desenvolvimento do Estado do Acre e por uma atuação destacada nas áreas institucional, política, acadêmica e produtiva.

Natural de Brasiléia (AC), nasceu em 8 de fevereiro de 1951, em uma família tradicional e de grande relevância no Estado. É casado com a Dra. Dilza Ambros Ribeiro, pai do Dr. Eduardo Ambros Ribeiro e do Dr. Fernando Ambros Ribeiro, e avô de Maria Eduarda, Lucas e Davi, mantendo sólidos vínculos familiares que sempre caminharam ao lado de sua vida pública.

Sua formação acadêmica inclui o curso superior em Administração de Empresas e Administração Pública, realizado em Brasília (DF), além do Curso de Altos Estudos de Política e Estratégia (CAEPE), da Escola Superior de Guerra (ESG), no Rio de Janeiro. Recebeu ainda o título de Doutor Honoris Causa pelo Centro Universitário de Ensino Superior do Amazonas. Ao longo de sua carreira, acumulou diversas condecorações civis e militares, reconhecimento de sua contribuição ao país e à sociedade acreana.

Antes de ingressar definitivamente na vida pública estadual, atuou no Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty), em Brasília, experiência que ampliou sua visão administrativa e institucional. Seu profundo conhecimento dos desafios e potencialidades do Acre o conduziu à carreira política, sendo eleito por duas vezes Deputado Estadual, no período de 1983 a 1990. Nesse intervalo, exerceu funções de destaque, como vice-presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Acre e segundo secretário da Assembleia Estadual Constituinte de 1989.

Em 1985, integrou o Colégio Eleitoral responsável pela última eleição presidencial indireta do país, realizada sob a égide da Constituição Federal de 1967. Como delegado da Assembleia Legislativa do Acre, participou desse momento histórico, compondo a delegação estadual formada por oito parlamentares, em um modelo que buscava equilíbrio entre as regiões brasileiras.

Em 27 de setembro de 1989, foi nomeado e empossado Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC), instituição à qual dedicou mais de 36 anos de sua vida profissional. Ao longo desse período, exerceu, por diversas vezes, os cargos de presidente, vice-presidente, corregedor e presidente da 2ª Câmara do Tribunal, contribuindo decisivamente para o fortalecimento institucional da Corte de Contas acreana.

Entre suas marcas administrativas, destacam-se a presidência da implantação do Plano Diretor de Informática (PDI), em 1995, iniciativa que impulsionou a modernização tecnológica do Tribunal, e a criação do Memorial Histórico do TCE-AC, formalizada pela Resolução nº 92/2014, assegurando a preservação da memória institucional. Em reconhecimento aos relevantes serviços prestados, recebeu, em 2000, a Comenda Colar da Corte de Contas do Estado do Acre, uma das mais altas honrarias da instituição.

Paralelamente à vida pública, Valmir Gomes Ribeiro construiu uma sólida atuação no agronegócio. Desde 1985, dedica-se à pecuária, iniciando com gado de corte no município de Brasiléia e, a partir de 1989, investindo na criação e seleção de gado zebuíno de elite, especialmente da raça Nelore Puro de Origem (PO). Tornou-se reconhecido como um dos principais criadores do Estado, expandindo posteriormente seu plantel para as raças Nelore Pintado, Sindi e Brahman, sempre com foco em genética, qualidade e inovação.

Sua propriedade, a Fazenda Estância Terra, localizada na Estrada Transacreana, em Rio Branco, consolidou-se como referência na pecuária acreana, acumulando, há mais de 15 anos, premiações em exposições agropecuárias e alcançando posição de destaque nacional. A filosofia que norteia seu trabalho é sintetizada em uma convicção frequentemente expressa por ele: o sucesso de um criatório está na escolha criteriosa da base genética do plantel e no planejamento de longo prazo.

Além da pecuária, Valmir Gomes Ribeiro também se dedica à preservação ambiental e à pesquisa científica por meio do Projeto Tamazon – Tartarugas da Amazônia, iniciativa educativa voltada ao manejo sustentável de quelônios amazônicos. O projeto resultou na publicação do livro Aquicultura – A Tartaruga-da-Amazônia, contribuindo para o conhecimento técnico e ambiental sobre a espécie.

Homenagem ao conselheiro Valmir Ribeiro

Valmir Ribeiro, o homem que guarda o silêncio
Há homens que passam pela vida falando alto.
E há outros — mais raros — que passam escutando.

Valmir Ribeiro pertence a essa segunda linhagem.
A dos que não se exibem.
A dos que fazem do silêncio forma de cuidado.

Dizem que é um homem de coração.
Talvez porque nunca tenha precisado prová-lo com palavras.

Quando alguém chega com um problema, ele escuta.
Não comenta. Não promete.
Guarda.
Ali, o problema já é confissão.

E, em algum momento — que não se vê — a solução acontece.
Como um milagre discreto.
Como chuva mansa que muda o chão.

Sua recompensa nunca foi o reconhecimento público,
mas o alívio íntimo de quem segue adiante
sem saber.

Ele sabe.
E isso basta.

Natural de Brasiléia, trouxe da fronteira o senso de travessia:
saber que as coisas importantes não se resolvem com pressa,
nem com ruído, nem com vaidade.

Formou-se administrador, passou pelo mundo, pela política,
pelas grandes decisões de Estado —
e escolheu, no fim, permanecer.

Há trinta e seis anos e cinco meses, tomou posse como conselheiro do
Tribunal de Contas do Estado do Acre.

Aqui ficou.
Não por estabilidade, mas por compromisso.

Porque algumas vidas não pedem ir.
Pedem ficar.
E, quando vão, não se ausentam.

Como presidente, deixou o relevo que o revela por inteiro:
o Memorial.

Enquanto tantos constroem para si,
Valmir construiu um lugar para guardar os outros.
Memórias, objetos, nomes, trajetórias.
Um espaço onde o tempo não é descartado,
mas encontra morada.

Também na terra, entre gado, pasto e quelônios,
seguiu o mesmo princípio:
cuidar do que cresce devagar.
Escolher bem a base.
Esperar o tempo do ciclo.
Nada de atalhos.

Agora, ao se despedir da vida institucional,
não sai fazendo barulho.
Sai como sempre esteve:
inteiro, discreto, essencial.

Há homens que deixam cargos.
E há homens que deixam exemplo.

Valmir Ribeiro deixa um modo raro de existir no serviço público:
o de quem ajuda sem anunciar,
preside sem se impor,
trabalha sem se mostrar,
e entende que generosidade não é favor —
é alma.

Que o tempo lhe devolva, em silêncio,
tudo o que ofereceu sem dizer.

Obrigada, querido amigo Valmir, por tudo que fez em favor de um controle externo forte, independente, moral e eticamente sustentável. Em meu nome, assim como do Tribunal de Contas do Estado do Acre e de todos os demais colegas que integram a Casa de Contas acreana, expresso a gratidão pelo seu trabalho no campo do controle externo. Siga iluminando o nosso Acre. E neste momento em que você se ressignifica para, no dizer do poeta amazônico Thiago de Mello, iniciar uma nova forma de caminhar, valho-me do poema Senhor, de Jamil Snege, para desejar-lhe muitas felicidades em seu novo marejar: Já inspecionei a proa, amarrei a carga, desatei a vela. O vento sopra forte e enfuna meu coração de alegria. Agora e contigo, Senhor. Toma o leme e risca o rumo do meu barco – não penses que irei por esse mar sozinho.

Rio Branco-Acre, 5 de fevereiro de 2026.
Dulce Benício
Conselheira-presidente do TCE-AC

Histórico conselheiro do TCE-AC, Valmir Gomes Ribeiro

Valmir Gomes Ribeiro construiu uma trajetória marcada pelo compromisso com o serviço público, pela dedicação ao desenvolvimento do Estado do Acre e por uma atuação destacada nas áreas institucional, política, acadêmica e produtiva.

Natural de Brasiléia (AC), nasceu em 8 de fevereiro de 1951, em uma família tradicional e de grande relevância no Estado. É casado com a Dra. Dilza Ambros Ribeiro, pai do Dr. Eduardo Ambros Ribeiro e do Dr. Fernando Ambros Ribeiro, e avô de Maria Eduarda, Lucas e Davi, mantendo sólidos vínculos familiares que sempre caminharam ao lado de sua vida pública.

Sua formação acadêmica inclui o curso superior em Administração de Empresas e Administração Pública, realizado em Brasília (DF), além do Curso de Altos Estudos de Política e Estratégia (CAEPE), da Escola Superior de Guerra (ESG), no Rio de Janeiro. Recebeu ainda o título de Doutor Honoris Causa pelo Centro Universitário de Ensino Superior do Amazonas. Ao longo de sua carreira, acumulou diversas condecorações civis e militares, reconhecimento de sua contribuição ao país e à sociedade acreana.

Antes de ingressar definitivamente na vida pública estadual, atuou no Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty), em Brasília, experiência que ampliou sua visão administrativa e institucional. Seu profundo conhecimento dos desafios e potencialidades do Acre o conduziu à carreira política, sendo eleito por duas vezes Deputado Estadual, no período de 1983 a 1990. Nesse intervalo, exerceu funções de destaque, como vice-presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Acre e segundo secretário da Assembleia Estadual Constituinte de 1989.

Em 1985, integrou o Colégio Eleitoral responsável pela última eleição presidencial indireta do país, realizada sob a égide da Constituição Federal de 1967. Como delegado da Assembleia Legislativa do Acre, participou desse momento histórico, compondo a delegação estadual formada por oito parlamentares, em um modelo que buscava equilíbrio entre as regiões brasileiras.

Em 27 de setembro de 1989, foi nomeado e empossado Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC), instituição à qual dedicou mais de 36 anos de sua vida profissional. Ao longo desse período, exerceu, por diversas vezes, os cargos de presidente, vice-presidente, corregedor e presidente da 2ª Câmara do Tribunal, contribuindo decisivamente para o fortalecimento institucional da Corte de Contas acreana.

Entre suas marcas administrativas, destacam-se a presidência da implantação do Plano Diretor de Informática (PDI), em 1995, iniciativa que impulsionou a modernização tecnológica do Tribunal, e a criação do Memorial Histórico do TCE-AC, formalizada pela Resolução nº 92/2014, assegurando a preservação da memória institucional. Em reconhecimento aos relevantes serviços prestados, recebeu, em 2000, a Comenda Colar da Corte de Contas do Estado do Acre, uma das mais altas honrarias da instituição.

Paralelamente à vida pública, Valmir Gomes Ribeiro construiu uma sólida atuação no agronegócio. Desde 1985, dedica-se à pecuária, iniciando com gado de corte no município de Brasiléia e, a partir de 1989, investindo na criação e seleção de gado zebuíno de elite, especialmente da raça Nelore Puro de Origem (PO). Tornou-se reconhecido como um dos principais criadores do Estado, expandindo posteriormente seu plantel para as raças Nelore Pintado, Sindi e Brahman, sempre com foco em genética, qualidade e inovação.

Sua propriedade, a Fazenda Estância Terra, localizada na Estrada Transacreana, em Rio Branco, consolidou-se como referência na pecuária acreana, acumulando, há mais de 15 anos, premiações em exposições agropecuárias e alcançando posição de destaque nacional. A filosofia que norteia seu trabalho é sintetizada em uma convicção frequentemente expressa por ele: o sucesso de um criatório está na escolha criteriosa da base genética do plantel e no planejamento de longo prazo.

Além da pecuária, Valmir Gomes Ribeiro também se dedica à preservação ambiental e à pesquisa científica por meio do Projeto Tamazon – Tartarugas da Amazônia, iniciativa educativa voltada ao manejo sustentável de quelônios amazônicos. O projeto resultou na publicação do livro Aquicultura – A Tartaruga-da-Amazônia, contribuindo para o conhecimento técnico e ambiental sobre a espécie.

Sessão Solene de Despedida

Como marco final de sua trajetória funcional no Tribunal de Contas do Estado do Acre, será realizada, na quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026, às 9h, no Plenário da instituição, a Sessão Solene de Despedida do conselheiro Valmir Gomes Ribeiro, por ocasião de sua aposentadoria.

A solenidade será presidida pela presidente do Tribunal, conselheira Dulcinéa Benício de Araújo Barbosa, e reunirá autoridades, membros, servidores, familiares e convidados para celebrar e reconhecer publicamente uma carreira marcada pelo compromisso com a fiscalização dos recursos públicos, pela defesa da legalidade e pelo fortalecimento institucional do TCE-AC.

A Sessão Solene simboliza o encerramento de um ciclo profissional construído com dedicação, ética e espírito público, prestando justa homenagem a um conselheiro que deixou contribuição duradoura à história da Corte de Contas acreana.

Sua trajetória permanece como referência de liderança, visão estratégica, amor pelo Acre e compromisso com o desenvolvimento sustentável, consolidando um legado que ultrapassa os limites institucionais e se projeta na vida pública e produtiva do Estado.