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Política

Edvaldo Magalhães denuncia falta de diálogo e autoritarismo na gestão pública do Acre

Edvaldo Magalhães denuncia falta de diálogo e autoritarismo na gestão pública do Acre

Na sessão desta quarta-feira, dia 29 de maio, na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), o deputado Edvaldo Magalhães, do PCdoB, trouxe à tona questões sobre a falta de diálogo e transparência na gestão pública do estado.

O parlamentar expressou sua admiração pela intensa mobilização e qualidade dos debates promovidos pelos integrantes da Polícia Civil do estado. Ele ressaltou: “Quero parabenizar a todos que organizam esse movimento, as diversas entidades, porque vocês conseguiram pautar a agenda da Segurança Pública com pleitos e com debate com qualidade e argumentação extraordinária”, disse.

O oposicionista também criticou a postura do governo em evitar o diálogo e restringir o debate público, especialmente quando se trata das demandas das diversas categorias de servidores. “O argumento é para evitar o debate quando você pode fazer o debate, pactuar coisas e aguardar as janelas. Mas o argumento é para evitar o debate e o argumento é para dizer que nós não podemos criar ilusões”, enfatizou.

Além disso, Edvaldo Magalhães levantou questões sobre a criação de cargos de forma irregular e ilegal, apontando para um possível arranjo político questionável. “Quando se trata de fazer arranjo ilegal para criar cargo, para fazer acordo político, aí é muito rápido”, afirmou.

O deputado também destacou a atitude autoritária e desrespeitosa do diretor-presidente do Instituto Penitenciário do Estado do Acre (Iapen), criticando sua recusa em prestar esclarecimentos à Comissão de Segurança Pública da casa legislativa.

“Não poderia deixar de lamentar a postura covarde do diretor-presidente do Iapen de não comparecer na Comissão de Segurança Pública nesta manhã. Ele não se preocupou nem de mandar um bilhete informando que não vinha. Agora, ele não será convidado, ele será convocado através de um requerimento para prestar esclarecimentos na comissão. É preciso que se respeite esse parlamento”, finalizou.

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