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Polícia

Polícia investiga pai que teria dado filho recém-nascido para casal sem o consentimento da mãe no Acre

Mãe da criança é uma adolescente de 15 anos. Conselho Tutelar recebeu informações de que menor é vítima também de violência doméstica e acionou a polícia. Equipes foram até o local nesta quarta (15) de helicóptero, mas não encontraram o casal e nem o bebê

A Polícia Civil de Cruzeiro do Sul, interior do Acre, investiga um pai que teria dado o filho recém-nascido para um casal na Comunidade Passo da Pátria, no Rio Liberdade, zona rural do município. A mãe da criança é uma adolescente de 15 anos que seria vítima de maus-tratos e violência doméstica do suspeito.

Nesta quarta-feira (15), equipes da polícia, do Conselho Tutelar do município e do Centro Integrado de Operação Aérea (Ciopaer) estiveram na comunidade em busca da menina e do rapaz com ajuda de um helicóptero. Porém, os dois não foram localizados e a polícia conversou com parentes.

Ao G1, o delegado Rômulo Carvalho, que investiga o caso, explicou que chegou para o Conselho Tutelar informações de que a menina vive com o suspeito e sofreria agressões físicas. As equipes foram até a comunidade para também resgatar a adolescente e levá-la para a zona urbana.

“Quando chegamos na comunidade ela não estava lá com ele. Fomos para outro local de helicóptero de novo, mas também não estavam, tinham ido para outro local. Nessa colhemos várias informações e deixamos um recado com a irmã do suspeito para que ele vá até a delegacia”, explicou.

O delegado afirmou que não há um flagrante do crime. Segundo ele, a criança foi entregue para terceiros sem o consentimento da mãe e dias após o nascimento.

Carvalho disse que existem algumas suspeitas para a criança ter sido entregue para outras pessoas, mas alegou que vai esperar ouvir o pai para informar ao certo.

“Existe a investigação do suspeito ter entregado o filho para populares da região. A partir de uma demanda do Conselho Tutelar, levei para a Sejusp e nos deram um helicóptero para tentar resolver a situação. Temos que ouvir o cara e a mulher para saber de tudo. Ainda não identificamos quem ficou com a criança”, concluiu.

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