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Jamaxi

Novo caminho

O site Notícias da Hora (https://noticiasdahora.com.br) hoje, 13/01, dissecou o projeto de lei encaminhado pela Prefeitura de Rio Branco à Câmara Municipal, introduzindo mudanças que configuram a reforma administrativa patrocinada pela administração Tião Bocalom no poder municipal. Com as mudanças o prefeito argumenta que terá mais estrutura para aplicar o dinheiro público. 

Justificativas

“A expansão das atividades e serviços, aqui propostos, estão em desafino com o atual quadro de pessoal, de modo que, atualmente, a carência de servidores inviabilizará o exercício da função deste Poder e, por consequência, a qualidade da prestação administrativa’, justifica o prefeito em mensagem governamental enviada à Câmara Municipal de Rio Branco.

Dispêndio 

Além de criar cargos comissionados com salário de até R$ 9,1 mil, Bocalom tenta implantar na prefeitura dois cargos de assessor especial, os quais ficarão ligados diretamente a ele e, por consequência, receberão salários iguais aos dos secretários, o que atualmente soma, sem descontos, R$ 9,2 mil.

Estrutura 

Tião Bocalom quer, ainda, criar duas novas secretarias: a de Agropecuária, que visará o auxílio ao homem do campo, e a de Desenvolvimento Econômico, Turismo, Tecnologia e lnovação. Esta última, segundo o prefeito, para fortalecer a estrutura de turismo da cidade, melhorando o setor econômico através da exploração das riquezas culturais, históricas e ambientais da cidade.

Tempos modernos

“Outras áreas de grande relevância como a tecnologia e a inovação, estavam voltadas a uma politica para manutenção dos órgãos da administração, sem levar em conta o aumento da demanda de serviços digitais e inteligentes pela população, capazes de democratizar o acesso aos serviços públicos e impulsionar a criação de emprego, dignidade e renda”, pontua o prefeito.

Moldura 

Caso os vereadores aprovem a reforma enviada pelo prefeito, Bocalom gastará R$ 15,5 milhões a mais, por ano, para manter a máquina girando. A previsão nos bastidores é que o projeto de reforma seja aprovado, mas vereadores alertam que Bocalom será ainda mais cobrado este ano, vez que até dezembro a justificativa para pouco resultado em algumas áreas era o orçamento herdado da administração de Socorro Neri que, obrigatoriamente, o progressista precisou seguir. 


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Nova configuração

Após a divulgação da primeira pesquisa eleitoral de 2022, ontem, quarta-feira (12/1), aliados de Sergio Moro (Podemos) passaram a defender, nos bastidores, a união entre o ex-juiz e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), em uma mesma chapa presidencial.

Leitura 

A avaliação é de que a junção seria um dos melhores caminhos para tentar quebrar a polarização entre o ex-presidente Lula (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL), que apareceram isolados na liderança da pesquisa Quaest/Genial Investimentos divulgada ontem, quarta.

Conflito de opiniões

Aliados de Moro defendem, no entanto, que o ex-juiz deve ser o cabeça de chapa e Doria o candidato a vice-presidente. Usam como argumento o desempenho de cada um no levantamento da Quaest/Genial, no qual Moro aparece como o candidato da terceira via mais bem colocado, com 9%, enquanto Doria tem 3%.

Torcida 

A chapa Moro-Doria é defendida principalmente por entusiastas da candidatura do ex-juiz no União Brasil, partido que nascerá da fusão do PSL com o DEM e que promete apoiar Moro. Integrantes desse grupo diszem já terem, inclusive, abordado essa possibilidade com aliados de Doria, que rejeita o plano por ora.

Vantagens 

Para o grupo do ex-juiz da Lava Jato, o atual governador paulista teria como atrativo a mesma perspectiva que Geraldo Alckmin terá, caso seja candidato a vice de Lula: a de ser o sucessor, em 2026, do presidente eleito este ano. Moro já prometeu publicamente que defenderá o fim da reeleição, caso eleito em 2022.

Pragmatismo 

Aliados do ex-juiz acreditam que uma chapa Moro-Doria abriria uma “terceira frente” com potencial de tirar Bolsonaro do segundo turno. Entre outros motivos, porque somaria, em uma só candidatura, os motes do combate à corrupção e da experiência de gestão e a máquina tucana em São Paulo.

Acelerando 

Com ou sem Doria, o presidenciável do Podemos (Moro) deve, inclusive, intensificar agendas políticas em São Paulo, maior colégio eleitoral do Brasil. Entre o final de janeiro e o início de fevereiro, ele deve cumprir agenda em cidades como São José do Rio Preto, Bebedouro, Barretos, Ribeirão Preto e na capital paulista. 


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Acordo nupcial 

O presidente do PSB, Carlos Siqueira, e deputados da sigla favoráveis à federação com o PT farão uma reunião na próxima semana, logo após o fim das férias de Siqueira no dia 15.

Alas

Os socialistas estão rachados, com os detentores de cargo legislativo majoritariamente a favor da aliança com o PT. Por outro lado, aqueles que têm cargos executivos, como o prefeito de Recife, João Campos, e o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, são contra a união.

Facilitador 

A bancada federal do partido criou um grupo no Whatsapp para debater o assunto. Para esses integrantes, a federação é interessante porque a popularidade de Lula pode ajudar o partido a aumentar a bancada na Câmara.

Entraves 

Já aqueles que pretendem disputar a eleição para governador pelo PSB temem ser rifados nas negociações entre os dois partidos. Os maiores enroscos acontecem em São Paulo, onde o PT tem Fernando Haddad e o PSB lançou Márcio França. Espírito Santo, Rio Grande do Sul e Pernambuco também apresentam entraves.

Nó górdio 

Pernambuco é um caso especial, vez que o estado nordestino é governado há 16 anos pelo PSB e é considerado vital para a sigla, mas os socialistas estão com dificuldades para escolher um candidato à sucessão de Paulo Câmara. O nome natural seria Geraldo Julio, ex-prefeito de Recife, mas ele não quer concorrer.

Alternativa 

Diante do impasse e como uma forma de valorizar o seu lado nas negociações, o PT aventou a possibilidade de o senador Humberto Costa concorrer ao governo do estado. Como sua gestão no Senado vai até 2027, ele não correria o risco de ficar sem mandato.

Abrindo opções 

Já o PSB abriu uma frente de negociação com o PDT, partido que tem Ciro Gomes como candidato presidencial. Siqueira também deve se reunir em breve com o presidente da sigla, Carlos Lupi, para avançar nas tratativas.

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