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Cri-Cri

O deputado federal Leo de Brito (PT), anunciou no final de semana que vai acionar o Ministério Público Federal para que investigue vazamento de detalhes da Operação Ptolomeu que engalfinhou o governador Gladson Cameli e assessores. É que no encerramento do ano legislativo, o governador Cameli (PP), um dos homenageados pelos deputados estaduais, disse em seu discurso que sabia que a Operação iria ser desencadeada. A informação, segundo Gladson, teria chegado ao seu conhecimento pela “rádio peão”. 

Balanço 

A solenidade ocorrida na Casa Legislativa aconteceu na quinta-feira, data seguinte ao dia em que a operação foi desencadeada. Na operação, a Polícia abriu um cofre e apreendeu 6 carros de luxo, além de jóias e uma coleção de relógios caros. De acordo com a Polícia Federal o esquema movimentou algo nem torno de R$ 800 milhões e envolve empresários e a alta cúpula do governo do Acre, fato negado pelos envolvidos. 

Curiosidade

“Nós queremos saber quem vazou a informação sobre a Operação Ptolomeu com antecedência para o governador. A investigação da Operação Ptolomeu é contra o próprio governador, contra o seu governo. Isso é crime. Vou entrar com pedido de investigação no Ministério Público Federal, na segunda-feira (20). Isso é gravíssimo”, disse Leo de Brito.

Não é bem assim! 

Diante da postura do deputado petista, o governador Gladson Cameli declarou na tarde de ontem, domingo, 19, ao site ac24horas (https://ac24horas.com) que nunca teve acesso a informações privilegiadas acerca da Operação Ptolomeu.

O real sentido 

Cameli refutou as acusações e se reposicionou em cena: “Essa declaração foi baseada apenas no que a gente ouvia dizer. Meus adversários sempre apostaram que iria ter uma operação contra a nossa gestão. Eu falei isso nesse sentido. Que a ‘rádio peão’ circulava com essas informações e não que eu havia recebido alguma informação de alguma autoridade policial ou qualquer outra”, retificou o governador.

Empenho 

Cameli defendeu ainda a ação da PF. “A ação foi legal e tanto eu como o nosso governo estamos colaborando para que tudo seja esclarecido o mais rápido possível. É importante que a população saiba a verdade. Se tem alguém que quer isso esclarecido sou eu. Tenho um governo para tocar e é necessário que os trâmites investigatórios sejam claros e rápidos para que tudo seja colocado a luz do dia, sem rodeios”, disse.

Esmiuçando

Ainda ontem pela tarde, os advogados do governador informaram que ainda estudam o processo com as acusações contra Gladson Cameli, secretários de sua gestão e empresários, que tramitam no Superior Tribunal de Justiça. Eles garantiram também que ainda esta semana se reunirão com o chefe do executivo para explicar todas as acusações. 


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Solenidade 

Encerrando as atividades de 2021, a Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) realizou na última sexta-feira (17), no auditório da Universidade Federal do Acre (UFAC), uma sessão solene para entregar 81 títulos de ‘Cidadão Acreano’ e 97 Moções de Aplausos, que contou com a participação de autoridades, amigos e familiares dos agraciados.

Distinção 

Dentre os homenageados com a moção de aplausos, estavam a Defensoria Pública do Estado, a Polícia Militar do Acre, pelos 105º aniversário, a Fundação Hospitalar, a Procuradoria Geral do Estado pelos relevantes serviços prestados ao Estado, e o ex-secretário da Sesacre,  Alysson Bestene, pelo trabalho realizado durante a pandemia. O goleiro acreano Weverton Pereira, bicampeão da Libertadores pelo Palmeiras também foi um dos agraciados com a moção. 

Reconhecimento

Ao receber a honraria, entregue pelo presidente do Poder Legislativo, Gladson Cameli agradeceu a homenagem e reafirmou a parceria do governo do Estado com as ações do parlamento. “Agradeço pela honraria recebida por esta casa pela qual tenho muito respeito e muito apreço. Com a Assembleia Legislativa temos tido compromisso e trabalhado em parceira desde o começo da minha gestão. Uma parceria importante que tem feito a diferença nas nossas ações”, salientou o governador.

Conquista 

Uma das lideranças petistas em cargo de mais poder atualmente no Brasil, o presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, André Ceciliano, engrossa a fileira de entusiasmados com a candidatura de Geraldo Alckmin como vice-presidente na chapa liderada por Lula nas eleições de 2022. 

Volúpia 

Em entrevista ao jornalista Guilherme Amado, do site Metrópoles, Ceciliano disse que o ex-presidente também está animado com a possibilidade de compor uma chapa com Alckmin, que deixou o PSDB na semana passada, após 33 anos.

Métier

“Nós precisamos ter um vice ligado à politica, um vice que vai unir. Quando você faz uma aliança, você quer somar. Quando você faz uma aliança com alguém do mesmo campo, você não somou. A possibilidade do Alckmin ser vice é muito importante, eu acho que ele seria um vice excepcional para esse momento de unificar a política”, pontuou o presidente da Alerj.

Estilo 

Ceciliano é um petista que não participa das disputas internas do PT. Conversa com diferentes correntes, permite-se fazer críticas ao partido e é defensor do diálogo permanente com todas as forças política — não à toa tem boa relação com o governador fluminense, Cláudio Castro, apoiador de Jair Bolsonaro. Uma das críticas que faz é à postura de alguns integrantes do partido de defender os ditadores Daniel Ortega e Nicolás Maduro, presidentes da Nicarágua e da Venezuela, respectivamente.

Sem lastro

“Fazer a defesa do Nicolau Maduro como está hoje, logicamente tem um embargo grande, tem toda uma questão internacional. Mas o do Ortega, pra mim, é um erro. O Lula foi vítima disso, está provado, o Lula foi tirado da eleição e foi preso, foi encarcerado, como Ortega fez com Constituição, então ele é vítima disso. Eu não acho que o PT tenha que fazer essa defesa desses regimes”, pontuou Ceciliano.

Futuro 

Os planos de Ceciliano para as eleições de 2022, após quatro anos no comando da Assembleia do Rio, ainda não estão definidos. Cogita se candidatar ao Senado ou à Câmara dos Deputados. Diz sentir que sua missão como deputado estadual está concluída.

Poço sem fundo 

Os índices das pesquisas eleitorais recentes atingiram em cheio o coração da campanha de Jair Bolsonaro. Grupo de sustentação do presidente, o Centrão sentiu os reflexos da alta da rejeição, que está em torno de 55%. Nos bastidores, Valdemar Costa Neto, do PL, passou a defender o aumento do Auxílio Brasil dos consensuais R$ 400 para R$ 600.

Bolso alheio 

A medida é trabalhada pelos aliados como a única saída para fazer o presidente voltar a se colocar no páreo de forma competitiva. A alternativa encontrada pelo Centrão, naturalmente, cai como uma bomba no colo de Paulo Guedes. O ministro ameaçou deixar o governo em meados de outubro, quando, durante sua viagem a Washington, ministros convenceram Bolsonaro a elevar o valor do Auxílio Brasil para R$ 400. À época, o episódio provocou uma debandada na equipe econômica, mas Guedes permaneceu sob a promessa de que não se aumentaria novamente o valor.

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