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Fake news

Fake news

O senador Sérgio Petecão (PSD) tem demonstrado inconformismo com a onda de publicações presente em sites locais e nas redes sociais dando conta que ele estaria fazendo parte de um acordo envolvendo o PT e o presidente Lula para compor uma suposta chapa para o Senado em 2026.

J’accuse

O senador acusa os adversários políticos pela disseminação da falsa notícia. “Nos últimos dias, aliados do prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL), juntamente com outros adversários que pretendem concorrer a uma vaga ao Senado em 2026, têm disseminado fake news, numa tentativa desesperada de atacar-me. A mais recente mentira, espalhada em portais e redes sociais, sugere que eu estaria negociando com o PT e o presidente Lula para compor uma suposta chapa para o Senado em 2026. Esta alegação, além de totalmente infundada, ignora minha postura historicamente independente”, enfatiza o senador.

Repulsa

Adiante, completa o senador: “Essas mentiras só mostram o desespero de quem não tem resultados para apresentar. Enquanto perdem tempo com intrigas, eu sigo trabalhando pelo povo do Acre, focado no que realmente importa. Não participo de articulações políticas antecipadas e não vou me desviar do compromisso com os interesses de nosso estado e do Brasil”.

Foco

O senador destacou, ainda, que seu trabalho no Senado é guiado pela transparência e pela responsabilidade, sem alinhamento automático com governos ou partidos. “O uso de fake news apenas atrasa o debate e desrespeita o eleitor. Estamos a dois anos das eleições, e já colocaram o bloco da desinformação na rua. Não vou me calar diante disso”, reforçou Petecão.

Inverdades

Sobre Fake News, especialistas alertam para os perigos da desinformação, especialmente em períodos pré-eleitorais. Apesar disso, Petecão reafirma que “seguirá focado no desenvolvimento do Acre, combatendo práticas políticas que prejudicam o estado e seus cidadãos”.

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Saneamento

O gabinete do senador Alan Rick (União-AC) promove HOJE, quinta-feira, 19, às 15h, no auditório da OAB/AC, o seminário “A Solução para o Saneamento Básico na Amazônia - O Modelo Inovador do Amapá”, que contará com a presença e palestra do ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes.

Credenciais

Vale ressaltar que Waldez Góes, além de comandar a pasta que faz a gerencia de saneamento do governo federal, enquanto governador do Amapá consolidou um modelo pioneiro de concessão dos serviços de saneamento no Brasil. Além de idealizador do projeto, ele assumiu o papel de articulador intermunicipal e garantiu a adesão dos 16 prefeitos ao Programa de Parcerias e Investimentos (PPI) do serviço de abastecimento de água e esgotamento sanitário do Amapá.

Resultados

No caso amapaense, a concretização do modelo garantiu investimentos de R$ 4,8 bilhões no setor pelos 10 anos subsequentes à concessão, ocorrida em 2021. De imediato, R$ 930 milhões — valor do arremate da concessão — foram repassados às prefeituras para aplicação em infraestrutura e investimentos para os munícipes.

Perspectivas

Outro dado importante sobre o modelo implantado no Amapá é a meta para a melhoria da cobertura dos serviços. Em até 11 anos, a cobertura de fornecimento de água tratada deverá passar de 38% — dado de 2021 — para 99%, e a de esgotamento sanitário de 8% para 90% em até 18 anos.

Interação

Toda essa experiência será transmitida pelo atual ministro durante o seminário organizado pelo gabinete do senador Alan Rick, parlamentar que tem atuado para implantar modelo semelhante no Acre, a começar pela gestão de resíduos sólidos por meio de Parcerias Público-Privadas (PPPs).

Colheita

A articulação do senador Alan Rick, em parceria com a Associação dos Municípios do Acre (AMAC), já garantiu a adesão dos 22 prefeitos acreanos ao Consórcio Intermunicipal de Resíduos Sólidos do Acre (CINRESO), e o estudo de modelagem econômica e financeira do projeto de instalação dos aterros sanitários regionalizados já tem recurso garantido pelo Fundo de Desenvolvimento da Infraestrutura Regional Sustentável (FIDRS).

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Adiamento

Sem votos suficientes para aprovar a proposta de emenda à Constituição (PEC) do pacote fiscal, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), decidiu encerrar a sessão ontem, 18, à noite e adiar a análise do projeto para a manhã desta quinta-feira, a partir das 10h.

Barreira

O governo conseguiu aprovar um requerimento para votar o texto elaborado pelo deputado Moses Rodrigues (União Brasil-CE), mas obteve apenas 294 votos a favor, menos do que os 308 necessários para aprovar uma PEC. O adiamento ocorreu mesmo com mudanças que, como temiam os agentes financeiros, reduzirão a economia planejada pelo governo Lula (PT) e impedirão um corte imediato dos supersalários.

Responsabilidade

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, destacou que o governo federal está fazendo sua parte, mas reforçou a importância de ter o apoio dos parlamentares. Segundo ele, até aqui os impactos fiscais das alterações realizadas pelos congressistas no pacote fiscal “não são de grande monta”. “A escala da contenção dos gastos será mantida. É importante manter isso em um patamar próximo ao desejo do Executivo”, disse o ministro.

Desidratação

Na análise do pacote fiscal, a Câmara desidratou o projeto ao avalizar o bloqueio de apenas parte das emendas parlamentares para cumprir o arcabouço fiscal. Uma emenda aglutinativa apresentada de última hora pelo líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE), prevê que o bloqueio de até 15% das emendas valerá apenas para as verbas não obrigatórias, como emendas de comissão, deixando de fora as individuais e de bancada, cujo pagamento é determinado na Constituição. A emenda foi aprovada por 444 votos a 16.

Sinalização

Mais cedo, os parlamentares já haviam dado um recado ao derrubar da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2025, aprovada ontem pelo Congresso, um dispositivo com a finalidade de autorizar o amplo congelamento das verbas carimbadas pelo Legislativo. A desidratação não se limitou às emendas. O texto permite desvincular recursos de cinco fundos públicos para abater dívidas do governo, mas a versão original continha oito fundos. Além disso, a Câmara revogou a lei que recriou o seguro obrigatório para acidentes de trânsito, o DPVAT.

Sinecuras

O governo também sofreu um revés na tentativa de impor um comando mais forte para extinguir brechas que permitem supersalários dos servidores. A Proposta de Emenda à Constituição previa que uma lei complementar tratasse das verbas que podem ficar fora do teto remuneratório, hoje de R$ 44 mil na esfera federal. O relator Moses Rodrigues alterou o texto para prever a regulamentação por meio de lei ordinária de caráter nacional, aprovada pelo Congresso. Esse tipo de norma requer um quórum menor para ser aprovada, facilitando flexibilizações. (Folha)

Contradição

Pesquisa do Datafolha divulgada ontem mostra uma queda de dez pontos percentuais entre aqueles que preferem a democracia como forma de governo. Segundo o levantamento, 69% dizem que a democracia é o melhor para o país. Em 2022, eram 79%, maior índice da série histórica iniciada em 1989. Enquanto 5% afirmavam, em 2022, que um regime ditatorial é aceitável sob certas circunstâncias, 8% têm essa opinião agora. Essa forma de governo também é mais apoiada por quem tem nível superior (87%) do que entre os menos instruídos (56%), assim como entre os mais ricos (80%) do que os mais pobres (61%). A pesquisa também aponta que 52% dos entrevistados acreditam que houve risco de golpe em 2022, mas quase metade dos que têm curso superior (47%) isentam o ex-presidente. Já 62% são contra uma anistia aos golpistas. (Folha)

Inquietação

Meio em vídeo. De todos os dados levantados pelo Datafolha, o mais assustador é o seguinte: quanto mais educado você é, menor a probabilidade de você acreditar que Jair Bolsonaro quis dar um golpe de Estado em 2022. Como pode?

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Boca fechada

Preso desde sábado sob acusação de tentar obstruir as investigações sobre a tentativa de golpe de Estado, Walter Braga Netto trocou de advogado, conta Lauro Jardim, do jornal O Globo. A família do general quatro estrelas destituiu Luis Prata, que o defendia desde que o indiciamento pela Polícia Federal, em novembro. Agora, o novo defensor do militar é José Luis Oliveira Lima, um dos criminalistas mais respeitados do Brasil, que advogou para José Dirceu no mensalão. O novo advogado afirma que “não existe a menor possibilidade de haver delação premiada. Não tem o que delatar”.