Gilson Aparecido Ferreira, de 57 anos, foi encontrado morto na madrugada deste domingo (29), próximo à Praça Ugo Poli, em Brasiléia, interior do Acre. Conforme a perícia, a vítima foi morta em outro local e arrastada por mais de 30 metros
Gilson Aparecido Ferreira, de 57 anos, foi encontrado morto na madrugada deste domingo (29) com sinais de tortura, próximo à Praça Ugo Poli, no Centro de Brasiléia, interior do Acre. Conforme a Polícia Militar (PM-AC), o corpo tinha lesões na cabeça, pescoço, costas e tórax, além de ferimentos no braço esquerdo.
À Rede Amazônica Acre, a PM informou que as lesões nas costas de Gilson eram compatíveis com arranhões causados pelo asfalto, como se ele tivesse sido arrastado no chão. Ninguém foi preso pelo crime até a manhã deste domingo (29).
Ainda segundo a polícia, a suspeita é de Gilson foi morto em algum ponto da Rua Belém e arrastado por 34 metros até a praça. O homem morava em Capixaba e a polícia vai investigar o que ele fazia em Brasiléia e motivação do crime. Uma testemunha que passava pelo local viu a vítima caída no chão e ligou para o 190.
Ao chegaram, a PM-AC encontrou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) atendendo a vítima, contudo, Gilson já estava morto. A área foi isolada para perícia.
O morador que ligou para a PM-AC falou ainda que chegou a ouvir barulhos de agressão e pauladas por volta de 3h30. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), chegou antes da PM, contudo, o homem já estava morto.
Após o crime, a guarnição ainda fez o levantamento detalhado de todo o trajeto para identificar algum suspeito ou pista deixada no caminho e repassou o caso à Polícia Civil, que iniciou as investigações para identificar os autores e a motivação do crime.


