Diogo Venturieri, casado com Didy Reis, afirmou que o período sem relações íntimas serviu para proporcionar uma nova visão do relacionamento
O ex-ator de Malhação, Diogo Venturieri, de 43 anos, e a terapeuta sexual Didy Reis, de 26, surpreenderam os seguidores ao revelarem que passaram três meses sem relações sexuais. Casados e defensores de conversas abertas sobre tantra, sexualidade e conexão emocional, o casal decidiu pausar a vida íntima para fortalecer o relacionamento.
A revelação chamou atenção nas redes sociais, já que o casal costuma falar sobre prazer, intimidade e relacionamentos de forma natural na web. Segundo Didy, a decisão não teve ligação com crise no casamento ou falta de desejo, mas com a necessidade de sair do “automático” e aprofundar a conexão emocional do casal.
A declaração foi dada pelo ex-ator de Malhação ao colunista Lucas Pasin, na última terça-feira (19).
A gente quis fortalecer a conexão emocional antes da conexão física. Não era sobre negar o sexo ou fazer algum tipo de sacrifício. Era sobre entender quem a gente era como casal quando o desejo deixava de comandar tudo. Hoje as pessoas vivem a intimidade muito no impulso e pouco na presença.
Diogo Venturieri
Diogo Venturieri afirmou que o período transformou a dinâmica do relacionamento e mudou completamente a forma como o casal enxerga a intimidade. De acordo com o ex-ator de Malhação, a experiência ajudou os dois a desenvolverem mais diálogo, cumplicidade e conexão emocional dentro do casamento.
Quando você tira o sexo do centro por um tempo, outras coisas começam a aparecer com mais força: conversa, escuta, afeto e vulnerabilidade. A gente percebeu o quanto muita coisa na relação já acontecia no automático. Foi desconfortável em alguns momentos, mas também muito revelador.
Diogo Venturieri
Didy Reis já falou abertamente sobre orgasmo tântrico e destacou que o maior erro das pessoas é associar o tantra apenas ao sexo. Segundo a terapeuta sexual, o prazer pode ser vivido de diferentes formas, indo além do contato físico e promovendo uma conexão mais profunda entre corpo e mente.
“As pessoas acham que falar de prazer é falar de excesso, mas, para mim, também é falar de silêncio, escuta e desaceleração. O tantra não começa no toque. Começa na maneira como você se conecta consigo mesmo e com o outro”, explicou.
Quando a conexão física voltou, ela voltou muito mais consciente. Não foi sobre quantidade, foi sobre profundidade. A gente percebeu que desejo também precisa respirar para continuar vivo.
Didy Reis
Diogo Venturieri também enxergou possibilidades na nova experiência, que ajudou a quebrar uma ideia bastante comum sobre relacionamentos longos.
“Existe uma pressão para o casal provar o tempo inteiro que está conectado sexualmente. A gente descobriu que, às vezes, pausar também é uma forma de cuidado. Nem toda intensidade significa profundidade”, pontuou.


