Em publicação feita em seu Instagram, no momento em que saia do gabinete do vice-presidente Geraldo Alckmin com os números fechados de 2025, O presidente da ApexBrasil, o ex-governador e ex-senador Jorge Viana (PT), comemorou o resultado da balança comercial brasileira, considerado excepcional, que bateu recorde no ano passado com um superavit de US$ 68,3 bilhões.
Superação
“Mesmo com o ‘tarifaço’ e tudo, o Brasil cresceu mais do que o dobro da média global no comércio exterior. Enquanto o mundo avançou 2,4%, o Brasil cresceu 5,7%, resultado de uma condução firme do governo do presidente Lula e do trabalho do vice-presidente Geraldo Alckmin à frente do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, do Itamaraty e da nossa ApexBrasil”, postou Viana em sua conta no Instagram.
Celebração
Jorge Viana exaltou por começar o novo ano com o que ele rotula de ‘extraordinária notícia’, que amplia a presença do Brasil no comércio internacional, fortalecendo as reservas internacionais brasileiras no exterior. “Seguimos avançando com mais competitividade, mais confiança, mais protagonismo global e mais trabalho”, destacou Viana, agradecendo as instituições brasileiras que ajudaram a ApexBrasil a alcançar grande sucesso.

Destaque
O senador Sérgio Petecão (PSD) tem se destacado como o parlamentar que mais destinou recursos federais aos municípios do Acre, reafirmando seu compromisso com o fortalecimento do municipalismo e o desenvolvimento regional. Somente em 2025, o mandato investiu R$ 123 milhões em todas as regiões do estado, consolidando Petecão como o senador que mais garantiu recursos para as prefeituras acreanas.
Raio
Ao longo do mandato, os investimentos contemplaram áreas essenciais como saúde, infraestrutura urbana e rural, agricultura, assistência social e aquisição de equipamentos públicos, alcançando praticamente todos os municípios. Os recursos têm assegurado o custeio da saúde básica, a execução de obras estruturantes, a compra de máquinas e o apoio ao produtor rural, com impactos diretos na vida da população.
Foco
Com um mandato municipalista, presente nos municípios e baseado no diálogo com prefeitos, lideranças e comunidades, Petecão reforça que fortalecer as prefeituras é levar desenvolvimento onde as pessoas vivem. “O partido do nosso mandato é o Acre”, exalta o senador, reafirmando seu compromisso com um estado mais justo, forte e desenvolvido.

Questionamento
O Banco Central entrou com recurso no Tribunal de Contas da União para contestar a decisão que autorizou uma inspeção na autarquia sobre os procedimentos que levaram à liquidação extrajudicial do Banco Master.
Atropelo
Em embargos de declaração, o BC argumenta que o regimento do TCU exige deliberação colegiada para esse tipo de diligência, e não uma decisão individual do relator, o ministro Jhonatan de Jesus. A inspeção foi formalizada pelo presidente do TCU, Vital do Rêgo, após avaliação de que o Banco Central não apresentou toda a documentação que sustentaria a liquidação.
Pendenga
O subprocurador-geral do Ministério Público junto ao TCU, Lucas Rocha Furtado, afirmou que não há base para desfazer a liquidação, e que eventuais falhas poderiam resultar apenas em responsabilização do órgão, não na reabertura do banco.
Guerrilha
O BC foi alvo de uma onda de ataques coordenados nas redes sociais nos últimos dias de dezembro questionando a liquidação do Master, como mostra levantamento da Febraban. O alvo prioritário foi o ex-diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do BC Renato Dias Gomes, que vetou a oferta de compra do Master pelo BRB.
Missa encomendada
Pelo menos dois influenciadores de direita afirmam ter recebido propostas para espalhar nas redes a narrativa de que o BC foi precipitado ao liquidar o Master. Rony Gabriel, vereador do PL em Erechim (RS), e Juliana Moreira Leite disseram ter sido abordados por intermediários que falavam em “gerenciamento de crise” e ofereciam remuneração milionária para reverberar o despacho do TCU que questionava a atuação do BC.
Maracutaia
“A ideia de que é possível reverter a liquidação não tem encontro com a realidade prática das coisas”, avalia o ex-diretor do Banco Central Armínio Fraga. Segundo ele, a decisão não se baseia em “palpites” do BC e o caso ainda deve revelar novos desdobramentos — “não exatamente bonitos” — com indícios de que pessoas influentes tentaram atuar em favor do banco por meio do conselho consultivo. “É uma história realmente incrível que atinge aos quatro cantos da República e os quatro cantos não republicanos”, resume Fraga.

Tombo
Após sofrer uma queda durante a madrugada de ontem na cela onde cumpre pena, na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) passou por avaliação médica da corporação. De acordo com relatório encaminhado ao ministro do STF Alexandre de Moraes, Bolsonaro estava consciente, orientado e sem sinais de déficit neurológico, embora apresentasse cortes superficiais no rosto e no pé esquerdo, além de leve desequilíbrio ao permanecer em pé.
Perícia
A avaliação médica foi solicitada por Moraes após a defesa pedir autorização para levar Bolsonaro a um hospital particular. O ministro entendeu que não havia necessidade de remoção imediata, e os advogados de Bolsonaro protocolaram um novo pedido de exames.

Envergadura
Durante entrevista concedida na data de ontem, terça-feira, 6, o pré-candidato Flávio Bolsonaro à presidência da República Flávio Bolsonaro afirmou contar com o apoio de lideranças do Centrão político e demonstrou otimismo quanto à adesão de partidos como o União Brasil e Progressistas ao seu projeto eleitoral.
Incentivo
Segundo ele, o senador Ciro Nogueira, presidente nacional do Progressistas, foi um dos principais incentivadores de sua pré-candidatura. “O Ciro foi um dos que mais me incentivou desde o início, e eu acredito de verdade que eles virão para o nosso lado”, declarou.
Mais apoio
Flávio Bolsonaro também citou o presidente do União Brasil, Antonio Rueda, como um entusiasta da candidatura. De acordo com o pré-candidato, a articulação com o partido está em curso e faz parte da estratégia de ampliar alianças para o próximo pleito.
Linha auxiliar
Ao comentar o cenário eleitoral nos estados, Flávio destacou que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, deve disputar a reeleição e manterá participação ativa na campanha nacional. “O Tarcísio, candidato à reeleição em São Paulo, não perde o palanque e nós precisamos dele lá como maior palanque eleitoral do país”, afirmou.
Depreciação
Na entrevista, o pré-candidato também fez críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a quem classificou como um “produto vencido”, ao comentar uma eventual disputa direta nas eleições.

Pilhagem
A Venezuela vai entregar de 30 a 50 milhões de barris de petróleo sancionado aos Estados Unidos, disse o presidente Donald Trump nesta terça-feira,6, após a derrubada de Nicolás Maduro, retirado de seu país por forças dos EUA no fim de semana.
Controle
“Esse petróleo será vendido a seu preço de mercado, e esse dinheiro será controlado por mim, como presidente dos Estados Unidos da América, para garantir que seja usado para beneficiar o povo da Venezuela e dos Estados Unidos!”, disse Trump em uma publicação em rede social.
Negociações
Autoridades governamentais em Caracas e Washington estão discutindo a exportação de petróleo bruto venezuelano para refinarias nos Estados Unidos, disseram cinco fontes do governo, da indústria e do transporte marítimo à Reuters nesta terça-feira, um acordo que poderia desviar os suprimentos da China e ajudar a empresa estatal PDVSA a evitar cortes mais profundos na produção.
Trava
A Venezuela tem milhões de barris de petróleo carregados em navios-tanque e em tanques de armazenamento que não pôde enviar devido a um bloqueio às exportações imposto por Trump desde meados de dezembro. O bloqueio foi parte da crescente pressão dos EUA sobre o governo do presidente venezuelano Nicolás Maduro, que culminou com a captura dele por forças norte-americanas no último fim de semana.
Entendimento
Um possível acordo para vender esse petróleo para os EUA poderia inicialmente exigir a realocação de cargas originalmente destinadas à China, disseram duas fontes. O país asiático tem sido o principal comprador da Venezuela na última década e, especialmente, desde que os Estados Unidos impuseram sanções às empresas envolvidas no comércio de petróleo com a Venezuela em 2020.