Rio Branco, AC 11 de julho de 2026 11:29
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Confraternização

Ainda como parte dos festejos de aniversário de 38 anos de fundação da Federação da Industria do Acre (FIEAC), ocorrido no último dia 07 de julho, foi realizado no dia de ontem, 10, o ‘Jantar da Indústria’, que teve lugar no Ginásio do Sesi, espaço recém reformado e climatizado, celebração que contou com a presença da governadora Mailza Assis (PP), do deputado federal José Adriano (PP), presidente licenciado da entidade, empresários, autoridades constituídas e atores da vida social do Acre.

Intercâmbio

Em uma noite de celebração, representantes do setor produtivo e parceiros da indústria participaram do evento. A confraternização oportunizou a celebração das conquistas alcançadas pelo setor industrial e o fortalecimento do diálogo em favor do desenvolvimento econômico do Acre.

Comunhão

Durante a programação, o presidente em exercício da FIEAC, empresário João Paulo de Assis Pereira, destacou que o encontro vai além de uma simples convergência, representa um espaço de integração e construção de novas oportunidades para o setor.

Entrelaçamento

“O Jantar da Indústria é um momento de reunir aqueles que acreditam e trabalham pelo desenvolvimento do Acre. É uma oportunidade para fortalecer parcerias, aproximar o setor produtivo do poder público e reafirmar nosso compromisso com uma indústria cada vez mais forte, inovadora e competitiva. Quando caminhamos juntos, criamos um ambiente favorável aos investimentos, à geração de empregos e ao crescimento sustentável do nosso estado”, sustentou Assis.

Escalação

O MDB acreano confirmou oficialmente a sua adesão à candidatura de reeleição da governadora Mailza Assis (PP) e indicou a ex-deputada federal Jéssica Sales (MDB) como pré-candidata a vice-governadora na chapa majoritária para as eleições de 2026.

Indicação

Após meses de intensas negociações e alternâncias internas, o partido liderado no estado por Vagner Sales formalizou a escolha da médica e ex-parlamentar Jéssica Sales, filha de Vagner, para compor a vaga de vice.

Jogo de xadrez

A cúpula emedebista chegou a cogitar o apoio à candidatura do senador Alan Rick (Republicanos). O recuo ocorreu principalmente devido ao fortalecimento da aliança de Alan Rick com o prefeito de Cruzeiro do Sul, Zequinha Lima (PP), considerado o principal rival político da família Sales no Vale do Juruá.

Quinhão

Como reflexo da consolidação deste arranjo, o MDB também avançou em negociações para ampliar seu espaço na estrutura administrativa do estado, incluindo a provável indicação do novo comando do Instituto Estadual de Educação Profissional e Tecnológica (Ieptec) e cargos de direção na estrutura administrativa do Deracre (Departamento de Estradas e Rodagem do Acre).

Reflexos

A decisão encerra o clima de incertezas na base aliada e consolida o Progressistas (PP) e o MDB na mesma chapa majoritária para a disputa pelo Palácio Rio Branco. Possibilita, ainda, que o líder maior dos emedebistas, ex-prefeito Vagner Sales, presidente da sigla, fortaleça a candidatura da esposa e da filha a cargos eletivos, na disputa de uma das vagas no parlamento estadual e a vice-governadoria, respectivamente.

Despertar

O vereador André Kamai (PT) utilizou a tribuna da Câmara Municipal de Rio Branco no meio da semana para cobrar da gestão municipal mais eficiência na captação de recursos federais e agilidade diante da crise no transporte coletivo.

Disparidade

O parlamentar destacou que o Ministério da Saúde destinou R$ 12,5 milhões em equipamentos e veículos para o Acre, incluindo ambulâncias do SAMU e dez micro-ônibus para o transporte sanitário de pacientes do interior. No entanto, Kamai lamentou que a capital acreana tenha ficado de fora do lote de dez unidades odontológicas móveis do programa Brasil Sorridente.

Incompetência

De acordo com o vereador, a ausência de Rio Branco na lista de municípios beneficiados não ocorreu por entraves burocráticos do governo federal, mas por omissão da própria administração local. O parlamentar pontuou que a prefeitura sequer tentou realizar o credenciamento no programa. Para Kamai, a decisão representa uma escolha administrativa contraditória, visto que o município gasta mensalmente cerca de R$ 500 mil com a locação de vans privadas para realizar atendimentos de saúde bucal.

Omissão

“Se nós pagamos por esse serviço, ele é necessário. Mas a Prefeitura de Rio Branco sequer tentou se credenciar no programa para receber as unidades móveis”, criticou o vereador. Kamai ressaltou que o atual chefe do Executivo, por ser odontólogo e ter comandado a Secretaria de Saúde antes de assumir a prefeitura, conhece a urgência do setor. O petista apontou ainda que o modelo adotado desfalca postos de saúde fixos, citando que a unidade Valdemar Maciel ficou sem dentista porque o profissional foi remanejado para atuar nos veículos terceirizados.

Gargalos

Além dos gargalos na saúde, Kamai centrou posicionamento na crise do transporte público. O vereador comentou o anúncio da gestão sobre a futura chegada de novos ônibus, mas alertou que os veículos devem rodar sem contrato definitivo, devido a uma licitação travada há cinco anos. Ele destacou que a população que depende do sistema para estudar e trabalhar não pode esperar o prazo de 60 dias estipulado pelo município.

Explicações

Como desdobramento de sua atuação na tribuna, André Kamai anunciou o protocolo de um requerimento na Casa Legislativa. O documento convida o superintendente da RBTrans e o diretor de transportes para que compareçam à Câmara e apresentem um plano de contingência imediato. O vereador defendeu medidas emergenciais temporárias, como o aluguel de ônibus, até que a frota prometida pela prefeitura comece a operar de forma regular nas ruas da capital.

Imortal

Valdemar da Costa Neto, presidente nacional do PL e coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), não foi o único político sem mandato a usurpar emendas de deputados federais para atender aos próprios interesses. A Polícia Federal suspeita que a prática se disseminou ao longo dos últimos oito anos na Câmara dos Deputados e já identificou um segundo exemplo da mesma prática.

Excrescência

O ex-deputado federal Eduardo Cunha (Republicanos-MG) consta como ordenador do envio de diversas verbas, via emenda parlamentar, mesmo sem mandato. Os investigadores encontraram menções a verbas que teriam sido distribuídas a diferentes bases eleitorais a pedido de Cunha, ex-presidente da Câmara e hoje pré-candidato a deputado por Minas Gerais, nas planilhas que estão sob apuração na execução do chamado orçamento secreto.

Conluios

Pela leitura do ministro do STF Flávio Dino, que determinou o bloqueio de R$ 119 milhões do presidente do PL, Valdemar da Costa Neto, acusado da mesma prática, “A espantosa ascendência que alguns servidores da Câmara dos Deputados parecem atribuir ao investigado Valdemar da Costa Neto contrasta com a ausência de título jurídico que lhe permita dispor do orçamento público, sejam quais forem os valores, sejam quais forem os seus destinatários. Os espaços constitucionalmente permitidos às emendas parlamentares não degradam o Erário à condição de patrimônio privado, passível de aquisição, transação ou quotização entre as agremiações partidárias e seus dirigentes”.

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