Conforme a Sesacre, caso foi registrado em Brasiléia e paciente estava em viagem em São Paulo, período em que possivelmente ocorreu a exposição a doença
O Acre registrou o primeiro caso de mpox em 2026, conforme nota emitida pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) nesta terça-feira (17). A doença foi detectada no município de Brasiléia, interior do estado, e confirmado por meio de exame laboratorial. O paciente está sendo acompanhado pela Vigilância em Saúde. (Leia a nota na íntegra abaixo)
Ainda segundo a Sesacre, o caso foi classificado como importado, uma vez que a infecção não foi adquirida no estado.
O paciente estava em viagem no estado de São Paulo, período em que, segundo a nota, pode ter ocorrido a exposição. Os sintomas tiveram início cerca de uma semana após o paciente retornar à região de fronteira.
Ainda de acordo com a Sesacre, o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) nacional e o CIEVS de Fronteira, em Brasiléia, foram acionados.
Além disso, as autoridades sanitárias de Cobija, na Bolívia, e de São Paulo, foram comunicadas para a realização do rastreamento de contatos, conforme os protocolos vigentes. Conforme a secretaria, ainda não há evidência de transmissão local no estado.
“A área técnica da Vigilância Epidemiológica da Sesacre, o Laboratório Central de Saúde Pública (LACEN) e demais instituições envolvidas na investigação foram mobilizados, sendo adotadas todas as medidas de controle, monitoramento e acompanhamento preconizadas pelo Ministério da Saúde”, detalha a nota.

A mpox é uma doença viral causada pelo vírus monkeypox, da mesma família da varíola. A transmissão ocorre principalmente por contato próximo com lesões de pele, fluidos corporais, gotículas respiratórias ou objetos contaminados.
Os sintomas mais comuns incluem febre, dor de cabeça, ínguas e lesões na pele, que podem surgir no rosto, mãos, pés, genitais e outras partes do corpo. Na maioria dos casos, a doença evolui de forma leve e autolimitada, mas pessoas com imunidade comprometida podem ter maior risco de complicações.
Leia na íntegra a nota da Sesacre
A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) informa que o caso de mpox registrado no município de Brasileia foi detectado, confirmado por exame laboratorial e acompanhado pela Vigilância em Saúde, sendo classificado como caso importado, uma vez que a infecção não foi adquirida no estado do Acre.
O paciente esteve em viagem ao estado de São Paulo, período em que possivelmente ocorreu a exposição, tendo iniciado os sintomas cerca de uma semana antes de retornar à região de fronteira.
O Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) nacional e o CIEVS de Fronteira, em Brasileia, foram devidamente acionados, com comunicação às autoridades sanitárias de Cobija e do estado de São Paulo para realização do rastreamento de contatos, conforme os protocolos vigentes.
A área técnica da Vigilância Epidemiológica da Sesacre, o Laboratório Central de Saúde Pública (LACEN) e demais instituições envolvidas na investigação foram mobilizados, sendo adotadas todas as medidas de controle, monitoramento e acompanhamento preconizadas pelo Ministério da Saúde.
Até o momento, não há evidência de transmissão local no estado do Acre.
A Secretaria de Estado de Saúde reforça que mantém vigilância ativa em todo o território estadual, com ações contínuas de monitoramento, prevenção e orientação às unidades de saúde, a fim de garantir resposta rápida e oportuna diante de qualquer suspeita da doença.
Pedro Pascoal Duarte Pinheiro Zambon
Secretaria de Estado de Saúde do Acre


