Rio Branco, AC 11 de fevereiro de 2026 19:01
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Solenidade

O governo do Acre fortaleceu o quadro de profissionais da Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE) com a cerimônia de posse de novos professores e servidores de apoio administrativo, na tarde desta terça-feira, 10. A ação integra a 3ª convocação da cerimônia de posse de novos profissionais da educação.

Posse

O evento foi realizado no auditório do Teatro da Universidade Federal do Acre (Ufac), em Rio Branco, e ocorreu simultaneamente em todos os municípios do estado. Ao todo, foram empossados 571 novos profissionais, sendo 71 professores e 500 servidores de apoio administrativo, reforçando o quadro efetivo da Educação Básica do Estado do Acre.

Assunção

Em Rio Branco, a cerimônia contemplou 49 professores e 195 servidores de apoio administrativo. A iniciativa é fruto de uma ação conjunta entre a SEE e a Secretaria de Estado de Administração (Sead), com o objetivo de recompor e fortalecer a rede estadual de ensino.

Desprezo

Durante sua fala o governador Gladson Cameli (PP), a exemplo do que ocorrerá na segunda feira, 09, por ocasião da cerimônia de posse de 67 novos servidores do Departamento Estadual de Trânsito do Acre (Detran/AC), no auditório da instituição, voltou a repetir que não responderá ataques de adversários políticos. “Deixa eles perderem o tempo de me atacar porque eu vou estar fazendo isso aqui: convocando, trabalhando, inaugurando obras”, disse.

Fermento

Encerrando, o governador ainda usou uma expressão popular para reforçar que não se sente abalado pelas críticas e que pretende seguir com a agenda de governo até o fim do mandato. “Sou igual massa de bolo: quanto mais bate, mais fofo fica”, afirmou, sob aplausos.

Boas novas

A vice-governadora Mailza Assis (PP) continua angariando apoio à sua pretensão de concorrer ao comando do Palácio Rio Branco em outubro próximo, quando poderá disputar a reeleição, posto que poderá assumir o comando do estado agora em abril, com o pedido de afastamento do governador Gladson Cameli.

Convescote

Ontem, terça-feira, 10, Mailza recebeu da cúpula nacional do União Brasi – Antônio Rueda (presidente) e ACM Neto (vice-presidente) -, declaração de apoio irrestrito, em reunião que teve lugar em Brasília. O encontro também consolidou a indicação do nome de Eduardo Velloso como pré-candidato ao Senado Federal da Federação União Progressista.

Martelo batido

Segundo os dirigentes do União Brasil, o apoio à pré-candidatura de Mailza já vinha sendo construído e agora é tratado como consenso dentro da legenda. A avaliação é de que o projeto representa continuidade administrativa, estabilidade política e compromisso com o desenvolvimento do estado.

Câmara alta

Durante a reunião, também foi destacada a indicação de Eduardo Velloso ao Senado como parte do mesmo projeto político. O nome é visto internamente como estratégico para ampliar a representação acreana no Congresso Nacional e fortalecer a atuação do partido em nível federal.

Mais apoio

Já hoje, quarta-feira, 11, a vice-governadora foi recebida pelo presidente nacional do Progressistas (PP), senador Ciro Nogueira, em seu gabinete, ainda em Brasília. O encontro reforça o diálogo político e o alinhamento partidário para os próximos passos da pré-campanha.

Continuidade

Durante a reunião, o senador destacou a confiança no trabalho de Mailza e a importância do Acre para o partido. “É uma alegria enorme receber a nossa vice-governadora e próxima governadora do Acre. Mailza veio me apresentar seus planos e sonhos, e posso garantir: o Acre estará muito bem administrado. O governo de Gladson Camelí já vem fazendo um grande trabalho, e ela dará continuidade com inovação. Mailza é prioridade para o Progressistas”, afirmou.

Arco

Ciro ressaltou ainda o apoio de lideranças nacionais, como Flávio Bolsonaro, e reforçou a disposição do partido em contribuir com o desenvolvimento do estado. “Conte comigo. Gostei de ver sua animação e foco. Tenho certeza que você terá muito sucesso nesse trabalho de administrar o Acre”, completou.

Guilhotina

O Superior Tribunal de Justiça afastou o ministro Marco Buzzi de suas funções enquanto são investigadas denúncias de assédio sexual. A decisão foi unânime e vale mesmo após o magistrado apresentar um atestado médico de 90 dias.

Sanções

Durante o afastamento, Buzzi não poderá usar o gabinete, o carro oficial e outras prerrogativas do cargo. Uma comissão interna do tribunal vai se reunir em 10 de março para avaliar o andamento das apurações. Também há investigações no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e no Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro é alvo de duas denúncias. A primeira envolve uma jovem de 18 anos, filha de amigos do magistrado. Um segundo relato foi encaminhado ao CNJ. Segundo fontes, o corregedor nacional de Justiça, Mauro Campbell Marques, ouviu a nova denunciante e registrou oficialmente a acusação.

Reincidência

A nova denúncia de assédio sexual apresentada por uma ex-assessora do gabinete do ministro foi decisiva para que o STJ determinasse o afastamento de Buzzi. O relato chegou ao conhecimento de ministros no fim da semana e foi formalizado na segunda-feira em depoimento ao CNJ. A denunciante é funcionária terceirizada do STJ, deixou o gabinete de Buzzi, mas segue lotada em outra área do tribunal. A identidade dela será mantida em sigilo.

Clemência

Buzzi chegou a enviar mensagens aos colegas da Corte afirmando que jamais adotou qualquer conduta que “envergonhasse a família ou maculasse a magistratura”. Nas mensagens, ele disse estar “muito impactado” pelas notícias e informou que se encontra internado em hospital, sob acompanhamento cardíaco e emocional. Afirmou ainda que as acusações têm causado sofrimento a seus familiares.

Irrelevância

O desabafo aos colegas não adiantou. A sessão que decidiu pelo afastamento de Buzzi foi marcada por um clima de tensão e silêncio. Segundo relato de um integrante da Corte a Carolina Brígido, os ministros permaneceram “calados e perplexos” enquanto Francisco Falcão fazia a leitura do relatório. A reunião foi realizada a portas fechadas nesta terça-feira, em razão do sigilo imposto às acusações. Um ministro relatou que “ninguém piscava” durante a apresentação dos relatos e classificou a situação como “aterrorizante”, o que levou à votação unânime pelo afastamento.

Divisão

Os acenos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao MDB com a possível indicação de um vice para sua chapa na disputa pela reeleição acentuaram a divisão interna da legenda. Levantamento do partido mostra que 16 diretórios regionais são contra a aliança, enquanto 11 a defendem. Com esse racha, a tendência é que o MDB fique neutro e libere seus filiados a alianças locais.

Unção

Pelo lado da oposição, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), repete a estratégia do pai e dá ênfase ao tom religioso de sua campanha, incluindo um banho no Rio Jordão, durante viagem a Israel. O objetivo é estreitar os laços com os evangélicos, parcela do eleitorado apontada como mais fiel ao bolsonarismo.