A lipoaspiração segue entre os procedimentos cirúrgicos mais realizados no Brasil e, mais uma vez, aparece refletida no “Big Brother Brasil”. Na edição que estreou nesta semana, o assunto entrou naturalmente nas conversas da casa, quando Jordana, Solange Couto, Sarah Andrade e Aline Campos citaram intervenções estéticas ao longo de suas trajetórias.
Assim, o reality reforça seu papel como termômetro de hábitos e tendências que já circulam de forma intensa na sociedade brasileira.
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Esse movimento ocorre em paralelo a uma fase de amadurecimento técnico da cirurgia. Especialistas apontam que a popularização do procedimento acompanha avanços importantes nos métodos, nos equipamentos e na abordagem médica.
“Realizada através de uma cânula que é ligada a um aparelho de sucção para que ocorra a aspiração da gordura, a lipoaspiração é hoje uma técnica muito tranquila e segura, já não sendo mais tão invasiva, dolorosa ou demorada como costumava ser, além de ser, na maioria das vezes, muito mais eficaz do que os procedimentos não invasivos”, afirma o cirurgião plástico Carlos Manfrim, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).
Do emagrecimento à redefinição do corpo
Entre os relatos que chamaram atenção, o de Solange Couto adiciona uma camada mais profunda à discussão. Em 2013, a atriz, então com 56 anos, decidiu se submeter a uma cirurgia bariátrica. A escolha marcou o início de um processo amplo de transformação física e pessoal, que foi além da estética e envolveu mudanças de hábitos, saúde e relação com o próprio corpo.
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Agora, anos depois, sua presença no BBB 26 reacende o debate sobre procedimentos cirúrgicos como parte de trajetórias individuais, e não apenas como intervenções pontuais.
Ao mesmo tempo, o foco da lipoaspiração também mudou. Se antes a cirurgia tinha como principal objetivo retirar gordura localizada, hoje ela atua como instrumento de escultura corporal.
Dessa forma, médicos trabalham definição muscular, simetria e valorização da anatomia individual. Consequentemente, o discurso médico passou a destacar resultados mais naturais e personalizados, alinhados ao biotipo de cada paciente.
Técnicas modernas e segurança ampliada
Dentro desse cenário, Sarah Andrade representa uma das evoluções mais conhecidas do procedimento. A participante optou pela Lipo HD, também chamada de LAD. A técnica ganhou espaço ao longo dos últimos anos justamente por evidenciar músculos do abdômen, flancos, costas, braços e pernas. Assim, o resultado final tende a criar um contorno mais atlético e definido.
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Outra abordagem que vem despertando interesse é a lipo UGraft. Nesse caso, a técnica combina escultura corporal com enxertia de gordura. A gordura retirada retorna ao corpo, agora injetada dentro da musculatura, promovendo aumento discreto de volume e definição. Além disso, por ser rica em células-tronco, a gordura enxertada potencializa os resultados, inclusive em pacientes sem grande histórico de treino físico.
Paralelamente, tecnologias complementares passaram a integrar o procedimento, sobretudo no cuidado com a qualidade da pele. Equipamentos modernos auxiliam na retração e no acabamento final. Ao mesmo tempo, protocolos mais rigorosos de anestesia, uso de novas tecnologias e a realização em ambiente hospitalar contribuíram para ampliar a segurança e tornar a recuperação mais previsível.
Dessa maneira, a lipoaspiração se apresenta hoje como parte de um conjunto maior de transformações, que envolvem corpo, saúde e autoestima. No BBB 26, esses relatos surgem de forma espontânea. Fora da casa, o procedimento segue em constante evolução, acompanhando novas demandas e histórias pessoais.