Ao lado do candidato ao Governo do Acre Alan Rick (Republicanos), o candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) manifestou nesta quarta-feira (7) indignação com a violência contra as mulheres e defendeu medidas para proteger as vítimas. A declaração ocorreu na sede nacional do Republicanos, em Brasília, durante o anúncio de apoio do partido à sua candidatura.
“Me causa uma revolta quando eu assisto esses vídeos na internet de uma mulher sendo espancada por um vagabundo no elevador”, afirmou.
Flávio chamou de covarde o agressor que usa a força física para espancar uma mulher e afirmou que as vítimas precisam de proteção efetiva para impedir novas agressões. Como proposta, anunciou que pretende ampliar para todo o Brasil o monitoramento eletrônico de agressores adotado em São Paulo, na gestão do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).
“Eu vou fazer em todo o Brasil o que o Tarcísio fez em São Paulo”, declarou.

O candidato explicou que o monitoramento permite acionar imediatamente a polícia quando o agressor se aproxima de uma mulher protegida por medida judicial. Também defendeu investimentos em tecnologia e integração das polícias para proteger as vítimas.
No Acre, Alan tem defendido acolhimento, segurança e justiça para as mulheres vítimas de violência. Seu plano de governo prevê ampliar as delegacias especializadas, implantar a Patrulha Maria da Penha nos municípios e criar Salas Lilás para atendimento humanizado nas delegacias comuns. Também propõe levar centros de atendimento e casas de abrigo às cinco regionais do estado, começando pelo Purus, Tarauacá/Envira e Alto Acre.
Assim como Flávio defende a integração das polícias, Alan propõe integrar os dados dos órgãos da rede de proteção. O plano inclui qualificação profissional e crédito orientado para fortalecer a autonomia econômica das mulheres, além de programas de responsabilização e reeducação dos autores de violência doméstica.
“Fico feliz com o compromisso de Flávio com a proteção das mulheres. É o que também defendo para o Acre: acolher as vítimas, fazer cumprir as medidas protetivas e agir antes que uma nova agressão aconteça. No nosso governo, agressor de mulher não terá espaço nem proteção. Com os governos federal e estadual trabalhando juntos, vamos fortalecer essa rede e levá-la também ao interior”, afirma Alan.


