Pesquisa encomendada pela Rede Amazônica mostra Gladson Camelí na frente na soma das duas vagas; Mara Rocha avançou um ponto, enquanto Jorge Viana manteve 12%
A nova pesquisa Quaest sobre a disputa pelas duas vagas do Senado pelo Acre mostra Gladson Camelí (PP) com 19% das intenções de voto, seguido por Márcio Bittar (PL), com 14%, Mara Rocha (Republicanos), com 13%, e Jorge Viana (PT), com 12%.
O levantamento, encomendado pela Rede Amazônica, ouviu 804 eleitores com 16 anos ou mais entre 21 e 24 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número AC-08968/2026.
Em 2026, o Acre elegerá dois senadores. Por isso, cada eleitor poderá escolher dois candidatos diferentes para a Câmara Alta.
Gladson mantém 19%; Mara cresce e Bittar e Jorge permanecem estáveis
Na comparação com a rodada anterior, divulgada em agosto, Gladson Camelí manteve os 19%. Márcio Bittar também permaneceu com 14%, enquanto Mara Rocha passou de 12% para 13%. Jorge Viana repetiu os 12% registrados anteriormente.
Na sequência aparecem Sérgio Petecão (PSD), com 8%; Eduardo Velloso (Solidariedade), com 6%; Júnior Feitosa (DC), com 2%; e Inácio Moreira (PSOL), com 1%.
Brancos, nulos e eleitores que afirmam não votar em nenhum candidato somam 17%, enquanto 8% permanecem indecisos.
Primeiro voto tem Gladson na frente
Quando a Quaest considera apenas a escolha para a primeira vaga, Gladson Camelí aparece com 26%, ante 24% na pesquisa anterior.
Jorge Viana vem em seguida, com 16%, seguido por Márcio Bittar e Mara Rocha, ambos com 13%. Petecão tem 7%; Eduardo Velloso, 4%; Júnior Feitosa, 3%; e Inácio Moreira, 0%.
Nesse recorte, 13% estão indecisos, enquanto 5% afirmam votar em branco, nulo ou não escolher nenhum candidato.
Segunda vaga apresenta cenário mais distribuído
Na disputa pela segunda vaga, Márcio Bittar aparece com 14%, seguido por Gladson Camelí e Mara Rocha, com 13% cada.
Sérgio Petecão registra 10%; Jorge Viana, 9%; Eduardo Velloso, 7%; Júnior Feitosa, 1%; e Inácio Moreira, 1%.
O percentual de indecisos sobe para 21% nesse cenário, enquanto 11% afirmam votar em branco, nulo ou não votar.
Maioria diz ter decisão definida
A pesquisa também perguntou aos entrevistados se a escolha já está definida. 65% afirmaram que o voto é definitivo, enquanto 34% disseram que ainda podem mudar de candidato até a eleição, marcada para 4 de outubro.
Pesquisa espontânea ainda mostra alto número de indecisos
Quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, o cenário fica mais aberto. 64% não souberam indicar espontaneamente um nome.
Gladson Camelí aparece com 9%, seguido por Márcio Bittar, com 7%; Jorge Viana, 6%; Mara Rocha, 5%; Sérgio Petecão, 3%; Eduardo Velloso, 2%; Júnior Feitosa, 1%; e Inácio Moreira, 1%.
Brancos, nulos e eleitores que não pretendem votar somam 2%.
Petecão e Jorge Viana concentram maiores índices de rejeição
No levantamento sobre conhecimento e intenção de voto, Sérgio Petecão apresenta 54% de entrevistados que dizem conhecê-lo e não votar nele, enquanto Jorge Viana registra 51% nesse mesmo quesito.
Márcio Bittar aparece com 42%; Gladson Camelí, 40%; Mara Rocha, 31%; Eduardo Velloso, 28%; Inácio Moreira, 18%; e Júnior Feitosa, 17%.
No caso de Gladson, 51% dizem conhecê-lo e votar nele, enquanto 9% afirmam não conhecê-lo. Bittar tem 39% de intenção entre os que o conhecem e 19% que ainda não o conhecem.
Mara Rocha registra 38% de entrevistados que dizem conhecê-la e votar nela, enquanto 31% afirmam conhecê-la, mas não votar nela. Jorge Viana tem 35% de intenção de voto entre os que o conhecem e 14% que ainda não o conhecem.
Números da pesquisa
Combinação das duas vagas:
- Gladson Camelí (PP): 19%
- Márcio Bittar (PL): 14%
- Mara Rocha (Republicanos): 13%
- Jorge Viana (PT): 12%
- Sérgio Petecão (PSD): 8%
- Eduardo Velloso (Solidariedade): 6%
- Júnior Feitosa (DC): 2%
- Inácio Moreira (PSOL): 1%
- Branco/nulo/não vai votar: 17%
- Indecisos: 8%
O levantamento foi realizado entre 21 e 24 de setembro, com 804 entrevistas, margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%.


