Rio Branco, AC 19 de agosto de 2026 07:15
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Novidade

A equipe de apoio da candidata a deputada federal Mirla Miranda (Rep), inovou no início da presente campanha eleitoral. Ontem, 17, segunda feira, por ocasião do início da agenda de campanha em Rio Branco, do candidato ao governo Alan Rick (Rep), irmão de Mirla, apoiadores da jornalista introduziram um manequim da candidata na refrega eleitoral, personagem batizado de “Mirluxa”.

Atos

A largada da campanha dos Republicanos contou com dois atos no Segundo Distrito – primeiro com um ‘adesivaço’ na cabeceira da Ponte Coronel Sebastião Dantas, conhecida como a Ponte de Concreto, defronte a antiga loja da Agroboi, e depois um comício no bairro Canaã, nas proximidades da Arena da Floresta, que lotou a Avenida Durval Camilo.

Criatividade

Diante da impossibilidade da presença da candidata ao evento no Canaã, vez que estava em stúdio gravando para o programa do horário eleitoral gratuito, o grupo de apoiadores levou um manequim da jornalista ao ato, gerando assédio dos presentes e visibilidade à candidatura. A simpatia e a desenvoltura da candidata tem gerado entusiasmo na militância.

Pé na estrada

A governadora Mailza Assis (PP), dá prosseguimento a sua agenda de campanha na data de hoje, 18, começando às 07:30hs com uma visita ao mercado da Estação Experimental, acompanhada do candidato a deputado estadual Marcus Alexandre (MDB) e, ao final da tarde, prossegue com uma agenda fechada, gravando para o horário eleitoral. Fecha o dia com uma atividade em Xapuri, às 19:00 hs, inaugurando o comitê de campanha da candidatura.

Festa no interior

O candidato ao Governo do Acre, Tião Bocalom, cumpre nesta terça-feira, 18, agenda de campanha nos municípios de Plácido de Castro, Acrelândia e Rio Branco. A programação mantém o foco no corpo a corpo, com visitas ao comércio, encontros com lideranças e participação em atividade de campanha na capital.

Peregrinação

Pela manhã, Bocalom estará em Plácido de Castro, onde, das 8h às 12h, visita o comércio local e se reúne com lideranças do município. À tarde, a agenda segue para Acrelândia. Das 14h às 17h, o candidato percorre o comércio e participa de encontros com lideranças locais.

Candidatura

De volta a Rio Branco, Bocalom participa, às 19h, do lançamento do comitê da candidata Irinéia Barbosa, na Avenida Ceará, em frente ao antigo Bolo do Cerrado. A atividade está prevista para seguir até as 20h30.

Fato novo

Os comandos políticos das campanhas eleitorais em curso, apostam no horário eleitoral gratuito na TV e no rádio como a principal ferramenta para reverter e modificar o atual cenário das pesquisas de intenção de voto.

Diferencial

O início das transmissões em rede está marcado para o dia 28 de agosto, estendendo-se até 1º de outubro no primeiro turno. Em tese, a desenvoltura daqueles que dominam as ferramentas do cenário televisivo e radiofônico tendem a auferir maior ganho político no segmento, com o início da jornada da propaganda eleitoral gratuita.

Nicho

A estratégia dos comitês políticos visa utilizar o alcance massivo das mídias tradicionais para impulsionar candidaturas e atrair o eleitorado, especialmente as fatias da população que dependem desses meios para se informar.

Estratégia

Estrategistas avaliam que o público de menor renda assiste e ouve muito rádio e TV, facilitando o alcance direto por meio desses canais tradicionais. Partidos que lideram ou buscam consolidar posições de destaque, como o PT na defesa das entregas do governo de Luiz Inácio Lula da Silva em face de opositores como Flávio Bolsonaro, focam no horário gratuito para dar capilaridade e volume às suas narrativas.

Retroalimentação

Em vez de atuar de forma isolada, a propaganda na TV servirá como matriz geradora de conteúdos editados e cortes de vídeo rápidos. Esses materiais abastecerão as redes sociais para ampliar o engajamento digital de forma coordenada.

Elo

A Polícia Federal está avançando nas investigações sobre o papel do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, em um suposto esquema de tráfico de influência no governo federal que parece ter chegado à antessala da Presidência da República.

Ligações

As investigações mostram como eram íntimas as relações entre a amiga de Lulinha, Roberta Luchsinger, e o chefe de gabinete do presidente Lula, Marco Aurélio Ribeiro, o Marcola. Nas conversas fica claro que Marcola pediu e recebeu duas joias de Roberta que, segundo ele, seriam usadas como presentes no Dia das Mães de 2024.

Cardápio

De acordo com as mensagens, Marcola enviou pelo WhatsApp imagens das joias escolhidas e Roberta pagou a fatura de R$ 9,2 mil. Ao longo de 2024, os repasses da lobista ao então auxiliar de Lula teriam somado R$ 217 mil, entre transferências bancárias, pagamento de boletos e presentes. Quatro meses atrás, depois de a PF já ter apreendido o celular de Roberta, Marcola devolveu R$ 249 mil à lobista.

Fatura

A PF também descobriu que Lulinha recomendou a Roberta que emitisse uma nota fiscal para o empresário Cleber Ribas, dono da 3Structure IT, empresa que acumula R$ 85,7 milhões em contratos com o governo federal. A empresa de Ribas pagou ao menos R$ 150 mil à consultoria de Roberta.

Conexões

A transferência foi realizada, oficialmente, por serviços de prospecção de clientes e oportunidades de negócios no setor de tecnologia. Ribas é investigado no mesmo inquérito que apura suspeitas de corrupção e tráfico de influência envolvendo Lulinha.

O ovo da serpente

As mensagens obtidas pela Polícia Federal ainda mostram Lulinha e Roberta Luchsinger discutindo negócios e encontros com integrantes do governo federal. Em uma das conversas, Roberta afirma ao filho do presidente que o futuro dos dois era “a Suíça”. No diálogo, Lulinha também menciona reuniões com Marcola, então chefe de gabinete de Lula, e Swedenberger Barbosa, o Berger, ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde. Berger é investigado por sua relação com Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, que buscava viabilizar um contrato de fornecimento de cannabis medicinal ao SUS.

Mudando a prosa

O presidente Lula não deixou que as más notícias vindas da PF envolvendo seu filho estragassem o processo de reaproximação com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Lula não se pronunciou sobre Lulinha e tirou o dia para visitar o navio-sonda da Petrobras que realiza trabalhos de prospecção de petróleo na Margem Equatorial, na Foz do Amazonas.

Incursão

Lula e Alcolumbre viajaram juntos do Amapá até Oiapoque. A visita ocorre três dias após a Petrobras anunciar a descoberta de petróleo na região. Alcolumbre é um dos principais defensores da exploração de petróleo na Margem Equatorial.

Parceria

O presidente do Senado, por sua vez, retribuiu a visita de Lula ao Amapá com elogios públicos e explícitos ao presidente. “Muito obrigado pela defesa que o senhor fez, enfrentando tudo e todos para defender que este projeto chegasse aqui hoje”, afirmou. Foi a primeira agenda pública conjunta dos dois desde a retomada da interlocução. Lula e Alcolumbre passaram quase três meses sem conversar após uma série de atritos. Com a reaproximação, o presidente espera que o fim da escala 6×1 seja votada no Senado antes das eleições de outubro.

Agenda paralela

Enquanto Lula visitava o Oiapoque, a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, confirmou a descoberta de petróleo no poço de Morpho, na bacia da Foz do Amazonas, no litoral do Amapá, mas sem informar quanto de óleo está disponível para a exploração.

Entusiasmo

Segundo ela, ainda não é possível estimar o tamanho das reservas, mas a estatal está “extremamente otimista” com os resultados. A Petrobras pretende perfurar outros três poços na região e mais cinco em áreas próximas para dimensionar o potencial da nova fronteira exploratória.

Dissidência

A campanha presidencial do candidato do PSD, Ronaldo Caiado, sofreu um desfalque no fim de semana. O marqueteiro Paulo Vasconcelos abandonou a equipe por divergir dos ataques que o ex-governador de Goiás vem fazendo ao senador Flávio Bolsonaro, candidato do PL. Será substituído por Marcos Carvalho, que já cuida das plataformas digitais de Caiado.

Dançando a beira do abismo

O Brasil esteve na iminência de um golpe de Estado em 2022. O fato, que levou à condenação pelo STF do ex-presidente Jair Bolsonaro e vários de seus auxiliares, é corroborado por um personagem central do caso: o ex-comandante da Aeronáutica Carlos Baptista Júnior, que, junto ao então comandante do Exército, Marco Antônio Freire Gomes, se recusou a participar da trama.

Testemunho

No livro Eu Disse Não – Uma Trincheira Antigolpista, que será lançado em setembro, o brigadeiro, hoje na reserva, relata o desconforto com as tentativas de Bolsonaro para aliciar o comando das Forças Armadas na derrubada do Estado de Direito. “As pressões foram muito grandes em cima de todos os comandantes militares. Eu temia por uma ruptura entre tropas”, admite.

Afastamento

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o afastamento por 180 dias do presidente do Tribunal de Contas do Maranhão (TCE-MA), Daniel Itapary Brandão, sobrinho do governador Carlos Brandão (MDB). Segundo Dino, há “sérios elementos de prova” de que o grupo investigado teria atuado para impedir a identificação de Daniel Brandão em uma investigação sobre um assassinato ocorrido em 2022.

Assédio

A propósito do ministro Flávio Dino, seu gabinete no STF virou ponto de peregrinação para quem gostaria de vê-lo de volta à política partidária. O ministro já recebeu, por exemplo, o sociólogo Jessé Souza, autor de livros como O pobre de direita, que fez questão de deixar claro que enxerga nele um nome da esquerda para o período pós-Lula.

Trajetória

Dino já foi senador e governador do Maranhão e comandou o Ministério da Justiça e Segurança Pública antes de ser indicado por Lula ao Supremo. A aposta em Brasília é que Dino só toparia voltar à disputa eleitoral se fosse para cumprir uma, até então considerada improvável, missão ainda maior: ser o nome escolhido por Lula para a sucessão

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